Como minimizar MSN Messenger (Live Messenger) para o Tray no windows 7

Novembro 9, 2009 por freitasinformatica
Msn messenger

Todos que usam o Windows 7 e o Windows Live Messenger já deve ter se daparado com esse probleminha, de não conseguir minimizar o Messenger para o Tray Bar (barra de ícones próxima ao relógio). Para  resolver tal situação:

- Feche o Messenger, (feche-o mesmo, botão direito em cima do ícone na barra de programas abertos e “Fechar programa”);
- Acesse a pasta “C:/Arquivos de Programas/Windows Live/Messenger/”;
- Clique com o botão direito em cima do ícone “msnmsgr.exe” (que é o executável do Messenger) e vá em propriedades;
- Clique na aba “Compatibilidade”;
- Marque a opção de “Usar esse programa em modo de compatibilidade”;
- Escolha a versão do windows desejada (eu particularmente só testei com o Vista e Vista SP2).

Pronto, agora basta abri-lo, e quando clicar no X para fechar, ele irá para o Tray.

WINDOWS 7 – pirataria

Novembro 4, 2009 por freitasinformatica

E-mail

SISTEMA OPERACIONAL

Os preços da inovação


Cópias do Windows 7 já estão nas ruas. Usuário do XP tem de fazer back up para migrar


As quatro versões do novo sistema já estão disponíveis nas lojas regulares, enquanto a copiada, apenas na forma Ultimate, é encontrada nas bancas dos shoppings populares

 

Antes mesmo de o novo sistema operacional da Microsoft ser apresentado oficialmente, o que ocorreu quinta-feira passada, ele já estava disponível para instalação em várias partes do país e a preço infinitamente menor do que chegou às lojas. Longe de qualquer estratégia de marketing da empresa para divulgar o produto, essa venda, ao contrário, representa a maior dor de cabeça enfrentada pelos fabricantes de qualquer tipo de produto de tecnologia: a falsificação e a pirataria.

Conseguimos comprar uma cópia do Windows 7, versão Ultimate, 32-bit, mas não foi tão fácil.

O motivo: estavam esgotadas, o que demonstra a grande procura que há no Brasil por produtos pirateados. A busca começou na sexta-feira, um dia depois do lançamento oficial do OS, nos shoppings populares da cidade.

Em uma das bancas do Oiapoque, popularmente conhecido por Shopping Oi, sem nos identificar, recebemos a promessa de que novos CDs chegariam no fim de semana. O preço: R$ 10, mas que poderia aumentar devido ao grande interesse demonstrado por usuários.

As lojas visitadas sexta-feira ainda não tinham o produto na segunda-feira pela manhã, o que motivou uma procura por outras bancas, seguindo indicações de vendedores. Até que em uma delas o Windows 7, versão Ultimate 32-bit e 64-bit, foi encontrado, mas custando R$ 25. Interessante que o vendedor consultou uma tabela com a relação de todos os softwares disponíveis, dezenas deles, inclusive as várias versões dos sistemas anteriores Vista e XP, com preços a partir de R$ 10.

Os preços oficiais das quatro versões do Windows 7 lançadas no Brasil são: Home Basic – R$ 329, Home Premium – R$ 399, Professional – R$ 629 e Ultimate – R$ 669.

MENSAGENZINHAS

Perguntados se a cópia funcionaria bem, a resposta foi sempre a mesma: “Claro, de forma perfeita. Às vezes surgem na tela umas mensagenzinhas, mas é só desprezar. Sempre usamos cópias, do XP, do Vista, de vários outros programas, e nunca tivemos qualquer problema. O trabalho é de alta qualidade.”

O interessante é que eles carimbam no verso da folha de papel, que serve como capa do CD, um termo de garantia válido por sete dias para troca do software, desde que seja por um título igual e que não apresente arranhões.

O CD vem acompanhado por instruções detalhadas de instalação e totalmente em português. E não é que, depois de instalado, o sistema funciona quase como o original? Apenas com o porém de não conseguir acessar as atualizações da Microsoft.

Depois de 30 dias sem a validação necessária, como já é de praxe, os programas piratas passam a exibir lembretes sucessivos, enviados pela desenvolvedora, de que são falsos. São as famosas “mensagenzinhas” citadas pelos vendedores. Se isso não incomodar o usuário…

 

SISTEMA OPERACIONAL
Experiência quebrada

 

A Microsoft, por seu lado, avisa que o usuário de um programa pirata não vai se dar bem com a cópia. No mínimo, não conseguirá desfrutar do sistema em toda sua potencialidade. “É preciso uma chave de ativação, que é um código, para instalar oficialmente o Windows 7.
Se não for feito isso, em 30 dias, como se fosse um prazo de tolerância, a tela do computador fica preta e surge um balão informativo indicando que se trata de um programa falsificado. E toda vez que acessar um aplicativo, o usuário será chamado a uma atualização, que no caso é impossível”, explica Priscyla Alves, gerente Windows da área de consummer no Brasil. “A experiência com o programa fica totalmente quebrada”, afirma.

Além disso, segundo ela, o nível de problemas e riscos que o uso de cópias do sistema pode causar é muito elevado. “A perda de dados é comum e o computador fica bem mais frágil contra ataques de hackers em busca de informações valiosas, como senhas pessoais”, ressalta ela, lembrando que a pessoa não terá nenhum tipo de suporte técnico, sendo obrigada a chamar um profissional para ajudá-la a todo pequeno problema que houver.

“Com certeza, esse é um barato que vai custar muito caro ao usuário, bem mais do que se ele investisse num software original, que vai contar com todos os updates da Microsoft, além de suporte integral.”

Priscyla Alves diz ainda que a Microsoft acabou de lançar o Security Essentials, o novo antivírus gratuito da empresa, que protege o computador de vírus, spywares e outros softwares maliciosos. “A combinação dos updates do Security Essentials e do Windows Defender oferece um computador altamente seguro para quem usa programas oficializados”, assegura.

Complementando, ela ressalta ainda os aspectos legais desse processo, “pois pirataria e falsificação são crimes”, enfatiza. Quanto à adoção do sistema por parte de empresas, que poderia ficar excessivamente caro devido ao custo do produto, ela avisa que a Microsoft tem planos corporativos especiais para contratos a partir de cinco licenças de uso.

SISTEMA OPERACIONAL

Como ocorre a migração


Loja Extra, do Belvedere, que funciona 24 horas, foi a primeira a oferecer o software em Minas, nos primeiros minutos do dia 22. Computadores equipados com novo sistema também já estão nas vitrines

 

Os usuários do sistema operacional Windows XP terão, caso queiram migrar para o Windows 7, de fazer uma reinstalação completa. A Microsoft passou, nos últimos tempos, oferecendo upgrades apenas aos compradores de máquinas instaladas com o Vista. Ou seja, quem tem o XP e vai pôr o Win 7, terá de agir como se estivesse instalando um OS pela primeira vez, lembrando que vai ter ainda de fazer back up de todos os  seus arquivos para, posteriormente, levá-los novamente para o computador.

A própria página do XP, oferecida no site oficial da Microsoft, mostra somente o Vista como opção de upgrade.

Não deixa de ser uma certa desconsideração com os usuários do XP, lançado no fim de 2001. Afinal, foram eles os responsáveis pela liderança do sistema no Brasil, acompanhando principalmente o grande crescimento na vendas de PCs e laptops ocorrida nos últimos anos.

Sem contar que serviu de suporte ao fracasso do Vista e às frustrações de quem tinha apostado na então novidade e se viu obrigado a retornar ao velho e bom XP, que depois de diversas atualizações e de três pacotes de correção (os chamados Service Packs), manteve-se estável e atendendo as expectativas de usuários domésticos e empresariais.

Apesar de sua utilidade, não há como negar a grande distância tecnológica entre os dois sistemas – lembrando que as mudanças mais significativas começaram a ser implementadas no Vista –, o que prejudica a atualização direta entre o XP e o Win 7. Mas poderia-se ter pensado num meio-termo, de forma a que a política adotada não passasse a ter uma conotação de descaso. Afinal, de acordo com a Net Appplications, empresa de consultoria e estatísticas, o XP está em 70% de todos os computadores, enquanto o Vista em apenas 18,6%.

Ou seja, levando-se em conta que o Win 7 deve ser totalmente aprovado e, portanto, com o correr dos anos dará motivos de sobra para uma migração, o caminho para esses 70% de usuários será partir do zero para uma instalação.

Para a Microsoft, o processo de migração do XP para o Win 7 é bem simples e não oferece qualquer dificuldade. “O único problema que, de fato, existe é a necessidade de fazer back up dos arquivos. Fora esse inconveniente, a instalação é rápida e fácil”, afirma Priscyla Alves.

Ela destaca que, para quem tiver alguma dúvida ou quiser outras informações, a Microsoft colocou à disposição o seu serviço 0800, pelo qual o usuário tem, inclusive, um passo a passo para a fazer a migração. “E ele pode ter certeza de que seus equipamentos periféricos, como impressora, mesmo se mais antigos, funcionarão perfeitamente. Se houver algum problema inicial, basta reinstalar o CD do equipamento que ele voltará trabalhar normalmente”, diz.

VISTA

Para quem tem o Vista instalado, migrar para o Windows 7 dá menos trabalho. Isso porque o upgrade é automático. O sistema, segundo Priscyla Alves, conta com uma caixinha específica que age como um processo de transferência de dados. Ou seja, não é preciso fazer back up dos arquivos antes de instalar o novo OS.

A penalização para usuários do Vista é que eles não terão qualquer benefício financeiro para migrar, tendo de pagar o mesmo valor pelo software de quem se manteve fiel ao XP. Na época da apresentação do Vista, em 2007, a Microsoft oferecia duas versões, com preços diferenciados. Assim, quem já usava o XP e fosse migrar para o Vista pagava menos por uma versão de atualização.

Era uma política adotada pela empresa como forma de incentivar o uso das novas versões de seus softwares, que, pelo visto, não foi levada em consideração agora.

FONTE: K Chorrão.

Outubro 27, 2009 por freitasinformatica

freitas manutencao 2

Micro Congelando ?

Outubro 26, 2009 por freitasinformatica

Seu micro está “congelando” ou “travando”?

As dicas abaixo resolve 90 % dos casos de “congelamentos” e “travamentos” dos micros.

O primeiro passo para resolver este problema é descobrir se o problema é de hardware ou de software (ou seja, descobrir o porque do micro estar travando!). Para descobrir isto, basta retirar o HD  do seu micro e instalá-lo no micro de algum amigo que não esteja “congelando”. Se o micro do seu amigo passar a congelar, isto é sinal que o problema é de software: sistema operacional, drivers, programas e afins. Se tudo passar a funcionar maravilhosamente bem, o problema provavelmente é de hardware.

Congelamento por hardware

O congelamento por hardware pode ter várias causas. Verifique, por ordem de importância:

  • Ajuste incorreto de wait states no setup do micro
  • Configuração errada da placa-mãe do micro
  • Mau contato: limpe os módulos de memória e a placa de vídeo com uma borracha branca e os soquetes com uma escova de dentes velha embebida em álcool isopropílico.
  • Micro mal montado: verifique se a placa-mãe está bem firme no gabinete; se ela estiver balançando, trate de fixá-la melhor ao gabinete. Pode ser que alguma parte da placa-mãe esteja encostando, sem querer, ao gabinete do micro, ocasionando o “congelamento”.
  • Módulos de memória com tempos de acesso diferentes misturados no mesmo micro: verifique se todos os módulos possuem o mesmo tempo de acesso.
  • Cabo do disco rígido (teste por substituição)

Ainda pode ser (por ordem de probabilidade, teste por substituição):

  • Fonte de alimentação com problemas
  • Processador defeituoso
  • Placa-mãe defeituosa
  • Placa de vídeo com problemas

Congelamento por software

Este caso é bem mais complicado. Antes de mais nada, passe um bom antivírus em seu disco rígido, através de um disquete de boot preparado em um micro limpo (com o comando FORMAT A:/S e copiando o antivírus para o disquete). Muitos vírus possuem função de “camuflagem” e se “escondem” dos programas antivírus quando o antivírus é executado com o vírus na memória. Ou seja, muito vírus podem estar na memória e o antivírus não “pegar” porque você carregou um sistema infectado.

Após ter certeza de que não se trata de vírus, você deve verificar quando o congelamento ocorre, se somente dentro de algum aplicativo ou em somente uma determinada tarefa ou aleatoriamente, independentemente da aplicação.

No primeiro caso, você pode experimentar reinstalar o programa, pois o mais provável é ele estar corrompido.

Já no segundo caso, pode ser:

  • Programas corrompidos carregados em memória: bastante comum de ocorrer. Experimente remover todos os programas que são carregados automaticamente pelo Windows. Isto pode ser feito na barra “Iniciar”, “Configurações”, “Barra de Tarefas”. Remova todos os programas do grupo “Iniciar”, na guia “Programas do menu Iniciar”.
  • Problema com drivers: experimente entrar no Windows 95 em modo de segurança. Se parar de “congelar”, o mais provável é ser algum problema com um driver, em especial o driver de vídeo. Experimente (com o micro no modo de segurança) reinstalar os drivers de periféricos.
  • Sistema operacional corrompido: Experimente reinstalar o sistema operacional.

Banda larga de 1Mb em SP por R$ 29,80

Outubro 20, 2009 por freitasinformatica

Banda larga de 1Mb em SP por R$ 29,80

O governador de São Paulo, José Serra, assinou nesta quinta-feira, 15, um decreto que fixa o preço máximo da internet banda larga de 1Mbps em R$ 29,80. O governador adiantara a notícia em seu perfil no Twitter na madrugada desta quinta.

O programa, chamado de Banda Larga Popular, isentará da cobrança de ICMS as operadoras participantes. O objetivo do projeto, segundo publicou José Serra, é “conectar metade das residências paulistas”.

Conexões entre 200 Kbps e 1 Mbps serão comercializadas pelo valor máximo de R$ 29,80. Para conseguir a redução nos custos, Serra afirmou que o governo irá retirar R$ 10 em impostos e os provedores outros R$ 10.

Apesar de não ser a velocidade de conexão dos sonhos, a iniciativa pode ser vista como um bom passo na inclusão digital no Estado. Os detalhes foram divulgados por Serra durante a Futurecom, evento de tecnologia que acontece até a próxima sexta-feira na cidade de São Paulo.

Alcance das redes wireless

Outubro 11, 2009 por freitasinformatica

Entendendo a questão do alcance em redes wireless


Uma das grandes dúvidas ao montar uma rede wireless é o alcance da rede, um fator que varia de forma brutal de acordo com os obstáculos pelo caminho e com o tipo de antenas usadas, entre outros fatores.

De uma forma geral, o alcance prometido pelos fabricantes para as redes Wi-Fi são 30 metros para ambientes fechados e 150 metros para ambientes abertos. Devido ao uso de mais transmissores e mais antenas, o novo padrão 802.11n oferece um alcance um pouco maior, prometendo 70 metros em ambientes fechados e 250 metros em campo aberto. Entretanto, estes valores são apenas médias estimadas, tiradas em testes padronizados. Em situações reais, podemos chegar a extremos, como links de longa distância, de 30 km e clientes que não conseguem manter uma transmissão estável com um ponto de acesso a apenas 6 ou 8 metros de distância.

Os três fatores que explicam diferenças tão brutais são:

a) O ganho das antenas instaladas no ponto de acesso e no cliente
b) A potência dos transmissores
c) Os obstáculos e fontes de interferência presentes no ambiente

As antenas usadas por padrão na maioria dos pontos de acesso, placas e notebooks são antenas dipole com ganho de apenas 2 ou 2.2 dBi, mas existem no mercado antenas com até 24 dBi. Existem ainda casos de antenas de uso restrito, que podem superar a marca dos 30 dBi de ganho.

O “ganho” da antena diz respeito ao quanto ela consegue concentrar o sinal transmitido. Quanto maior o ganho, mais concentrado é o sinal e maior a distância que ele consegue percorrer. Para efeito de comparação, uma antena de 22 dBi transmite um sinal 100 vezes mais concentrado do que uma antena de 2 dBi.

As antenas usadas por padrão nos pontos de acesso são chamadas de dipole ou ominidirecionais, pois irradiam o sinal em todas as direções, permitindo que você se conecte à rede a partir de qualquer ponto na área em torno do ponto de acesso. Na verdade, o “em todas as direções” é uma figura de linguagem, pois as antenas concentram o sinal na horizontal, em um raio de 360 graus, irradiando, em compensação, pouco sinal na vertical.

Você pode imaginar que, ao utilizar uma antena ominidirecional, o sinal emitido pelo ponto de acesso tem formato de um donut, como você pode ver neste gráfico:

alcance_html_63182afd1

É por isso que as antenas do ponto de acesso devem ficar sempre na posição vertical, a menos é claro que você queira que o sinal seja irradiado na vertical, de forma a conseguir se conectar à rede quando estiver no andar de cima, por exemplo. Ao instalar o ponto de acesso, o ideal é que ele fique em uma posição central e um pouco mais alto que os móveis e demais obstáculos, de forma que o sinal possa trafegar até os clientes sem muitos desvios.

Antenas ominidirecionais maiores, de uso externo, podem oferecer ganhos de 10 ou até mesmo 15 dBi. O sinal continua sendo transmitido em todas as direções na horizontal, mas o ângulo vertical se torna muito mais estreito em relação ao oferecido pelas antenas padrão, ou seja, o maior ganho da antena não faz com que ela transmita mais sinal, mas apenas com que concentre a transmissão em uma faixa mais estreita:

alcance_html_mb8220

Em seguida temos as antenas yagi, que oferecem um ganho ainda maior, mas em compensação são capazes de cobrir apenas uma pequena área, para a qual são diretamente apontadas (normalmente em um raio de 24 x 30 graus, ou mais estreito). Você pode imaginar que uma antena yagi emite o sinal em um ângulo similar ao de um cone, resultando em um padrão de transmissão similar ao do diagrama abaixo:

alcance_html_m365bbd5e

O foco concentrado resulta em um ganho muito maior do que o das antenas setoriais. A maior parte das antenas yagi à venda oferecem ganho de 14 a 19 dBi, mas não é incomum ver antenas com até 24 dBi.

Estas antenas são úteis para cobrir alguma área específica, longe do ponto de acesso, ou interligar duas redes distantes.

Em seguida temos a questão da potência dos transmissores usados nas placas e nos pontos de acesso, que é medida em milliwatts. Um ponto de acesso típico utiliza um transmissor de 56 milliwatts (17.5 dBm) ou de 63 milliwatts (18 dBm), mas o valor varia de acordo com o modelo e o fabricante.

Usar uma antena de maior ganho tem um efeito similar a aumentar a potência de transmissão do sinal e vice-versa. É justamente a combinação do uso de antenas de alto ganho (em muitos casos combinadas com amplificadores) dos dois lados da conexão, com um caminho livre de obstáculos, que permite a criação de links de longa distância.

Por outro lado, em redes domésticas você raramente usa amplificadores ou substitui as antenas do ponto de acesso ou dos clientes e é quase impossível oferecer um caminho livre de obstáculos. Como o sinal wireless utiliza uma potência muito baixa, qualquer obstáculo significativo causa uma grande perda, o que nos leva ao outro extremo, os casos em que o sinal mal consegue percorrer uma distância de poucos metros.

As maiores inimigas do sinal são superfícies metálicas, como grades, janelas, portas metálicas, lajes, vigas e até mesmo tintas com pigmentos metálicos. O metal reflete a maior parte do sinal (propriedade que é explorada por muitas antenas), deixando apenas uma pequena parte passar.

Em seguida temos materiais densos, como concreto e pedra. Paredes leves, feitas com tijolo furado (tijolo baiano) absorvem muito menos sinal do que paredes de construções antigas, feitas com tijolos maciços, enquanto lajes ou vigas de concreto com armação metálica absorvem mais do que ambas. O efeito é cumulativo, de forma que quanto mais paredes pelo caminho, mais fraco é o sinal que chega do outro lado.

Outro obstáculo importante são corpos com grande concentração de líquido, como aquários, piscinas, caixas d’agua e até mesmo pessoas passeando pelo local (nosso corpo é composto de 70% de água). Ao contrário dos metais, que refletem o sinal, a água o absorve, o que acaba tendo um efeito ainda pior.

Além dos obstáculos, temos também focos de interferência, que competem com o sinal do ponto de acesso, prejudicando a recepção por parte dos clientes, assim como duas pessoas tentando falar ao mesmo tempo.

Fornos de microondas operam a 2.4 GHz, na mesma freqüência das redes wireless, fazendo com que, quando ligados, eles se transformem em uma forte fonte de interferência, prejudicando as transmissões em um raio de alguns metros. Um forno de microondas é justamente um transmissor de rádio, de altíssima potência, que opera na mesma faixa de freqüência das redes wireless, mas que serve para cozinhar alimentos ao invés de transmitir dados. Se você pudesse aumentar a potência de transmissão de uma placa wireless em 10.000 vezes, teria um forno de microondas portátil.

Este é um dos motivos para a existência de normas que limitam a potência de transmissão dos transmissores wireless domésticos a um máximo de 1 watt. No caso do forno de microondas, é usada uma grade de metal para evitar que o sinal de rádio escape. Ela é suficiente para evitar que ele cozinhe as pessoas em volta, mas uma pequena porção do sinal, mais do que suficiente para interferir com as redes wireless próximas, acaba escapando.

Telefones sem fio, além de transmissores bluetooth e outros aparelhos que operam na faixa dos 2.4 GHz, também interferem, embora em menor grau. Os telefones sem fio quase sempre utilizam o modo FH (Frequency Hopping), onde a freqüência de transmissão varia em uma sequência pré-definida, em intervalos de apenas alguns milisegundos. Com isso o telefone interfere com a rede em alguns momentos, quando as freqüências se cruzam (causando uma queda momentânea na taxa de transferência e algumas retransmissões de pacotes), mas raramente o problema é crônico. De qualquer forma, em escritórios e outros ambientes onde vários aparelhos de telefone sem fio precisarem conviver com a rede wireless, é recomendável utilizar aparelhos que trabalham na faixa dos 900 MHz.

Existe ainda a questão da interferência entre diferentes redes instaladas na mesma área. Imagine um grande prédio comercial, com muitos escritórios de empresas diferentes e cada uma com sua própria rede wireless. Os pontos de acesso podem ser configurados para utilizarem freqüências diferentes, divididas em 14 canais. Na maioria dos países, apenas 11 canais podem ser utilizados (devido à questão da legislação) e destes, apenas 3 podem ser usados simultaneamente, sem perdas.

Ou seja, com várias redes instaladas próximas umas das outras, os canais disponíveis são rapidamente saturados, fazendo com que o tráfego de uma efetivamente reduza o desempenho da outra.

A combinação de todos esses fatores faz com que o alcance varie muito de acordo com o ambiente. Você pode conseguir pegar o sinal de um ponto de acesso instalado na janela de um prédio vizinho, distante 100 metros do seu (campo aberto), mas não conseguir acessar a rede do andar de cima (a armação de ferro e cimento da laje é um obstáculo difícil de transpor). Para compensar grandes distâncias, obstáculos ou interferências, o ponto de acesso reduz a velocidade de transmissão da rede, como um modem discado tentando se adaptar a uma linha ruidosa. Os 54 megabits do 802.11g podem se transformar rapidamente em 11, 5.5, 2 ou até mesmo 1 megabit.

Torrents

Outubro 3, 2009 por freitasinformatica

Os 10 melhores sites de Torrent

Freitas

BitTorrent é um protocolo para downloads bastante usados na internet que possibilita o downlaod de arquivos de música, vídeos, games e softwares de forma rápida e segura. O único problema é que não é muito fácil encontrar arquivos do tipo torrent na internet, que pode ser solucionado com bons sites que indexam este arquivo. Selecionei os 10 melhores. Confira!
1. Mininova (http://www.mininova.org)
2. The Piratebay (http://thepiratebay.org)
3. Torrent Portal (http://www.torrentportal.com)
4. Seed Peer (http://www.seedpeer.com)
5. Bite Nova (http://www.bitenova.nl)
6. Bittorrent.am (http://www.bittorrent.am)
7. Sumo Torrent (http://www.sumotorrent.com)
8. World Nova http://www.worldnova.org)
9. Games Torrents (http://www.gamestorrents.com)
10. BTMon (http://www.btmon.com)

Instalar XP no netbook ASUS

Setembro 18, 2009 por freitasinformatica

Este Tutorial tem como objetivo ensinar como instalar o Windows XP SP2 ( tem de ser SP2) no Asus EEE PC701, através de um pendrive e uma porta USB.

Pra quem tem um drive de DVD externo USB, é muito fácil fazer tal instalação, mas quem não tem um drive externo, poderá fazer a instalação usando um Pendrive.

Este tutorial é composto de 3 fases.

1ª fase – Criando um pendrive bootável do WinXP Professional SP2

2ª fase – Instalando o Windows XP no seu EEE PC 701

3ª fase – Configurando os dispositivos internos de seu EEE PC701 no Windows XP

1ª Fase: Criando um Pendrive Bootável do Windows XP SP2


// O que vai precisar:

- Um computador com um Windows 32bits instalado

- CD Windows XP Professional SP2

- DVD que acompanha o seu EEE PC701

- Pendrive de 2GB ou mais (Máximo de 4GB, pois um pen de 8gB não funcionou. Parece ser limitação da formatação) .

- Os seguintes programas: USB_PREP8, PeToUSB , e Bootsect.exe

# Extraindo os arquivos:

- Crie uma pasta no seu desktop, por exemplo: XPonUSB

- Extraia os arquivos do arquivo Bootsect.zip , USB_PREP8, PeToUSB.//

- Copie o arquivo executável PeToUSB dentro do diretório USB_prep8.

- Certifique-se de que seu pendrive esteja inserido numa porta USB.

- Dentro do diretório USB_prep8, dê um duplo click no arquivo executável usb_prep8.cmd.

- Abrirá uma janela como visto abaixo:


- Pressione uma tecla para continuar.

- Aparecerá a seguinte janela:


- Certifique-se de que as configurações estejam iguais às da figura acima.
- Click em “Start” para iniciar a formatação do pendrive (todos os dados serão apagados).
- Quando a formatação completar, não feche esta janela.
- Abra uma janela de prompt, através do menu “Iniciar – Programas – Acessórios – Prompt de comando”.
- Dentro do prompt de comando vá para o diretório onde vc salvou o arquivo bootsect.exe
- Digite “bootsect.exe /nt52 R:” Onde R: é a letra do drive do seu pendrive
- Se tudo estiver correto você receberá a seguinte mensagem: “bootcode was sucessfully updated on all targeted volumes.”
- NÃO FECHE a janela usb_prep8. Agora vc pode fechar este prompt de comando e a janela do PeToUSB.
- Você verá a janela mostrada abaixo:

- Agora você precisa entrar com as informações corretas nos números 1 e 3.
- Digite 1 e pressione “Enter”. Um gerenciador de diretórios irá abrir para vc localizar os seus arquivos do Windows XP setup (geralmente o seu drive de cd-rom).
- Digite 3 e pressione “Enter”. Entre com a letra de sua porta USB onde vc “espetou” o pendrive.
- Digite 4 para iniciar o processo de cópia.
- O script irá perguntar se vc quer formatar o drive T:. Este drive temporário é criado para instalação do programa em cache. Pressione “Y” e “Enter”.
- Terminada a formatação novamente pressione “Enter” para continuar, você verá o programa copiando os arquivos para o drive temporário criado. Terminado a cópia, novamente pressione “Enter” para continuar.
- Você receberá uma mensagem perguntando se vc quer copiar os arquivos para o pendrive: Yes/No, click Yes.
- Terminando a cópia dos arquivos, uma janela perguntará se você quer que o boot drive U: seja o drive de boot preferencial. Selecione “No” nesta janela.

- Agora selecione Yes para desmontar (Unmount) o drive virtual.

Parabéns!!! Terminamos a primeira parte, e vc já tem um pendrive bootável com seu Windows XP.

2ª Fase: Instalando o Windows XP no seu EEE PC701

- Entre na BIOS de seu EEE, clicando F2 na inicialização

- Na aba Advanced mude para Start a opção OS Instalation.

- Saia da Bios e espete seu pendrive numa porta USB.

- Na Inicialização tecle ESC e escolha o boot pelo pendrive.

- No menu de inicialização vc tem duas opções, selecione a opção 2 para “text mode setup”.

// – Daqui para frente é como se fosse uma instalação normal do Windows XP. Na janela de instalação do Windows XP delete todas as partições existentes e depois crie uma nova partição usando NTFS.

- Quando a parte de texto da instalação se completar, ele irá reiniciar.

- Nesta reinicialização tecle ESC novamente escolha o pendrive para dar o boot. Depois escolha o modo gráfico, pra continuar a instalação.

- Espere o término da instalação do modo gráfico terminar, antes de remover seu pendrive da porta USB.

- Pronto!!! Seu EEE PC701 já está rodando o Windows XP!!!

PS.: Se vc receber a seguinte mensagem na inicialização:

Selecione o sistema operacional a ser iniciado:

1) Microsoft Windows XP Professional
2) USB Repair NOT to Start Microsoft Windows XP Professional

- Simplesmente edite o arquivo “c:\boot.ini” e remova a linha do USB boot, ou mude o timeout de 30s para algo mais rápido.

- Na minha instalação eu recebi esta mensagem, e resolvi deletando a linha do USB boot.

3ª Fase: Configurando os dispositivos internos de seu EEE PC701 no Windows XP

- No mesmo Pendrive que já está o Windows XP, você pode criar um diretório chamado DVD_EEEPC e copiar dentro deles todos os arquivos do DVD, exceto o arquivo P701L executável do Xandros (que tem tamanho de aproximadamente 873mb).
- Espete seu Pendrive no seu EEE PC701 e abra o diretório DVD_EEEPC que vc criou.
- Dê duplo clique no arquivo “Setup” e espere a análise de seu sistema. No final da análise será que feito um boot.
- Na próxima reinicialização, será aberto automaticamente uma interface de instalação dos drivers do EEE para o Windows XP.
- Escolha a opção “Install All Drivers”.
- Espere que o programa de instalação faça uma varredura de seu sistema e comece a instalação dos drivers. Três boot´s serão efetuados automaticamente.
- No final vc terá o seu EEE PC701 completamente configurado para o Windows XP.

Windows 7

Setembro 16, 2009 por freitasinformatica

Conheça o Windows 7, a nova aposta da Microsoft

Novo sistema operacional que deve chegar às lojas neste ano.
Confira as mudanças, vantagens e desvantagens da novidade.

A Microsoft acertou a mão no Windows XP, que é o sistema operacional mais usado do mercado e com maior índice de aceitação. Questões importantes de segurança sempre perseguiram o sistema, entretanto a facilidade de uso e a estabilidade o colocaram em lugar de destaque. Seu sucessor, o Windows Vista não obteve o mesmo êxito: não caiu no gosto dos usuários ou das empresas. A empresa agora aposta suas fichas no Windows 7, sistema operacional que recentemente saiu da fase release candidate (versão candidata a final, que serve para usuários avançados e técnicos testarem, apontando falhas e pontos de melhoria) e está praticamente pronto para o lançamento no mercado.

Um dos grandes calcanhares de Aquiles do Windows Vista era o desempenho em computadores menos potentes, pois requer processadores de ponta e um bom volume de memória RAM, pelo menos 1GB. Ele é muito oneroso para computadores mais limitados e completamente inviáveis para os populares netbooks (notebooks ultraportáteis). Por isso um dos pré-requisitos do Windows 7 é ser mais leve e, portanto, rodar até em netbooks.

Foto: Reprodução

Windows 7 tem interface parecida com a de seu antecessor, o Windows Vista, mas apresenta melhores recursos visuais. O papel de parede muda de tempos em tempos. (Foto: Reprodução )

Testes

Eu testei a versão Entreprise, que tem todas as funcionalidades da versão completa e foi liberada para que as pessoas possam experimentar o sistema por 90 dias. É possível baixar esta versão acessando este link. Seu desempenho foi satisfatório para uso de internet (navegação, comunicadores, transferência de arquivos e acesso a conteúdos multimídia como áudio, vídeo e animações), além de aplicativos para escritório, como os programas Word, Excel e PowerPoint.

Esses testes foram executados em três computadores. O primeiro com processador AMD de 1,8 GHz, 512 MB de memória RAM, processador Intel Dual Core com 2,4 GHz e 2 GB de memória. O segundo, com processador Intel Quad Core de 2,8 GHz com 4 GB de RAM. Dei mais atenção ao computador mais limitado, para descobrir se a promessa da Microsoft em criar um sistema leve para computadores mais modestos era verdade.

No caso do notebook com Intel Centrino Dual Core, tive evidências de forma mais enfática da melhora no desempenho. O tempo de abertura dos aplicativos foi reduzido em média 40% e a experiência de uso (sensação de agilidade durante o uso dos aplicativos) é melhor no novo sistema. Essa melhora de desempenho se deve, em partes, à redução no número de aplicativos e serviços que são iniciados de forma automática. O sistema utiliza menos recursos e, por conseqüência, gera a sensação de maior velocidade para o usuário.

Recursos visuais

Sempre que surge um novo aplicativo ou sistema, muitos se preocupam em saber como está sua aparência. O Windows 7 traz mudanças sutis em relação a seu antecessor. Uma característica marcante do Vista foram os ícones grandes e bem trabalhados/detalhados.

Foto: Reprodução

Os ícones podem ser configurados de forma a ficarem enormes. O tamanho exibido na imagem ainda não é o maior possível e, mesmo assim, eles não perdem qualidade. Ideal para usar em dispositivos touchscreen, ou sensíveis ao toque. (Foto: Reprodução )

Isso fica mais evidente no 7 com a barra do iniciar mais grossa e com uma organização um pouco diferente. A inicialização rápida – aqueles atalhos que ficam ao lado do botão iniciar – teve sensível aprimoramento de funcionalidade. Os aplicativos ali dispostos efetivamente se iniciam mais rapidamente.

Existem mudanças também no menu de contexto, que é apresentado quando clicamos com o botão direito do mouse sobre um atalho. Ele sempre foi genérico, e ganhou uma nova finalidade no Windows 7. Ele está contextualizado com o aplicativo. Por exemplo no Internet Explorer que, ao clicar com o botão direito do mouse, mostra uma lista das últimas paginas acessadas, ou mesmo o Windows Media Player que mostra as ultimas músicas ou filmes vistos no PC.

A vantagem deste recurso é reduzir a quantidade de cliques para, por exemplo, abrir um documento fechado recentemente do Word. Basta clicar com o botão direito do mouse no ícone do Word da barra de inicialização rápida e selecionar o documento na lista.

Foto: Reprodução

Ao parar o mouse sobre um grupo de programas minimizados, o sistema mostra miniaturas reais dos aplicativos. Na imagem são três Windows Explorer abertos. (Foto: Reprodução )

Interessante também é o que ocorre ao minimizar diversas janelas de um mesmo aplicativo. O sistema as agrupa e, ao passar o mouse sobre o grupo, miniaturas do conteúdo de cada janela são exibidas.

Visualmente também existe uma diferença simples, mas com bastante impacto. Quase não existe diferença visual entre os programas minimizados e a barra de inicialização rápida. Isso traz uma sensação ao usuário – pelo menos foi o que aconteceu comigo – de que os programas de inicialização rápida já estão em execução e minimizados.

Foto: Reprodução/About.com

Repare no contorno das janelas. Para ativar o recurso, basta clicar em um pequeno ícone a direita do relógio. (Foto: Reprodução/About.com )

O Aero, que gerou bastante impacto no Vista, ganhou novidades interessantes. A primeira delas chama-se Aero Peek, um recurso que deixa transparente as janelas abertas para que o usuário veja a área de trabalho sem ter de minimizar nada. Outro recurso é o Aero Shake, que deixa visível apenas a janela em uso, caso você “agite-a” na tela. As demais telas são automaticamente minimizadas. Agitando-a novamente, as telas voltam. A tecla atalho para o recurso é Windows + Home.

Outro recurso que preza para organização e agilidade na utilização das janelas é o de Ajustar as telas. Ele funciona assim: aproximando uma janela de um dos cantos do monitor, o sistema a ajusta – em largura e altura – automaticamente. Fazendo essa tarefa com diversas janelas, cria-se um mosaico organizado na tela com todas as janelas em tamanhos visíveis.

O uso do recurso pode ser feito via teclado, em qualquer janela. A combinação tecla do Windows + Seta para direita ou esquerda fixa a tela num dos cantos, algo bastante útil para manter janelas lado a lado. Além disso, utilize Tecla do Windows + Seta para cima para maximizar e Tecla do Windows + Seta para baixo para minimizar.

Já em relação aos Temas, o Windows 7 está bem servido. São diversos deles, com esquemas de cores disponíveis. Também há um recurso bem interessante que possibilita a troca automática do papel de parede.

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Troca do papel de parede é feita automaticamente, sem a intervenção do usuário. (Foto: Reprodução )

Aplicativos novos

Os famosos post its, muito usados para organizar (ou bagunçar!) a área de trabalho terão uma ferramenta nativa no Windows 7. Os usuários de Tablet PC, inclusive, poderão fazer notas manuscritas direto nas etiquetas, com o uso da caneta especial para a tela sensível ao toque do Tablet.

O print screen ganhou um aplicativo próprio que permite diversas formas de captura de tela, como tela inteira, partes da tela ou áreas desenhadas — delimitadas — com o mouse.

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Ferramenta de copiar a tela: o Windows conta agora com esse tipo de recurso de forma mais eficiente. (Foto: Reprodução )

O tradicional Paint também foi turbinado com novas ferramentas e a sua interface, aprimorada. Ganhou novos menus e ferramentas que se parecem com o Office 2007. Ainda não dá, no entanto, para comparar o novo Paint com ferramentas como o Paint.net, gratuito, que tem diversas funcionalidades interessantes para a edição de imagens. Se o intuito é editar imagens, esqueça o Paint (ele se limita a abrir, aumentar e reduzir imagens, cortar partes, escrever textos sobre fotos e desenhar formas simples).

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O Paint está mais bonito, mas ainda é bem limitado. (Foto: Reprodução )

O WordPad também foi aditivado, recebendo uma novo visual, mais parecido com o Word 2007. Os usuários que não tiverem o MS Office instalado e não optarem pelo OpenOffice poderão se virar bem com este novo WordPad.

A calculadora, também repaginada, ganhou dois novos modos: Programador e Estatístico. O modo programador faz cálculos binários e tem opções de álgebra booleana (se você não entendeu nada, não se assuste: esta opção é voltada para profissionais de tecnologia). A opção de estatística tem funções de calculo básicos. Ela não substitui a tradicional HP12C para cálculos estatístico e financeiro, mas é uma boa opção no PC. Por fim, a calculadora também ganhou um recurso de conversão de unidades, por exemplo, de pés para metros.

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Calculadora com novos módulos para programadores e estatísticos. (Foto: Reprodução )

O Windows Explorer recebeu também alguma atenção. No Windows Vista ele ficou estranho: quando se manipulava os modos de visualização e ordenação dos arquivos em uma pasta, havia problemas na hora de exibir as imagens corretas no thumbnail. Isso não ocorre no Windows 7. Visualmente, ficou mais organizado e os ícones mostram em detalhes as miniaturas independente da ação do usuário.

Um novo botão adicionado à interface permite dividir a tela em três áreas. A primeira explora o computador, favoritos, rede e etc. A intermediária lista as pastas e arquivos do PC. Clicando sobre um arquivo, o terceiro painel gera uma pré-visualização do arquivo, evitando ter de abrir o arquivo para saber o que tem nele.

Windows Touch

Falei que os ícones do Windows 7 estão visualmente mais bonitos e, principalmente, maiores. Isso se dá para melhorar a usabilidade em telas sensíveis ao toque, tecnologia que estará cada vez mais presente nos computadores e monitores vendidos no mercado. O efeito “iPhone” despertou nas pessoas o desejo por dispositivos controlados com o uso direto das mãos.

O recurso de sensibilidade é multiponto, ou seja, ele percebe o toque em diversos pontos da tela ao mesmo tempo, possibilitando funcionalidades como aumentar e reduzir imagens, como ocorre no smartphone da Apple.

Mudanças técnicas

São muitas as mudanças técnicas presentes no Windows 7. Vou apenas pincelar esse tópico, mas ele será certamente aprofundado em outras colunas, pois aqui moram a grandes vantagens do novo sistema operacional.

O recurso de central de segurança presentes no Windows XP e Vista foi removido do Windows 7. Um novo serviço, que agrega diversas funcionalidades, foi criado em sua substituição: é o Action Center.

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Action Center permite um controle centralizado e mais organizado dos aplicativos de segurança, controle de usuários e atualizações do sistema. (Foto: Reprodução )

Em bom português: A central de ações agrega uma série de aplicações presentes no Windows Vista, como a Central de Contas do Usuário, que gera uma série de notificações de segurança – amplamente gerenciáveis no Windows 7. Também agrega o Windows Update, Firewall, Programa Antivírus e a Central de Cópias de Segurança, entre outros aplicativos.

Com isso, a Microsoft quer unificar todas as notificações do sistema em um único ambiente, evitando aquelas irritantes telas de autorização presentes no Windows Vista, que assustavam o usuário com questionamentos sobre liberação de recursos ou aplicativos.

Entrando na ferramenta > Control Panel > System and Security > Action Center, o sistema exibe uma lista de tudo que precisa ser feito no sistema, separando por nível de severidade. O que antes ficava espalhado em diversas ferramentas fica centralizado em uma única tela.

Versões e preços

O Windows 7 será comercializado em cinco versões: Starter, Home Basic, Home Premium, Professional e Ultimate. A versão Home Basic tem como foco computadores mais limitados. A versão Ultimate chega a ter um pacote com 35 idiomas, possibilitando ao usuário alternar o idioma do sistema. A versão starter é focada em ultra portáteis, como os netbooks.


Os preços sugeridos giram entre US$ 200 e US$ 350 aproximadamente. O que leva a crer que o novo sistema operacional chegará com um preço salgado aqui no Brasil. A previsão de lançamento do Windows 7 é ainda este ano. Segundo o Site da Microsoft, serão disponibilizados kits de atualização para usuários do Windows Vista qualificados (que receberam uma qualificação da empresa) a partir de 22 de outubro.

Pontos negativos

Painel de Controle: O “modo clássico”, que exibia os ícones da mesma maneira que o Windows XP está, por conta da quantidade de ícones, bastante poluída visualmente. Isso não chega exatamente a ser um problema, embora os mais entusiastas possam notar a diferença.

Indexação: O recurso de indexar arquivos para que a busca seja mais rápida ganhou uma pequena melhora em relação ao Windows Vista. O benefício trazido, no entanto, talvez não compense o consumo de recursos do sistema, sobretudo de bateria em usuários de laptops.

Apesar do sistema não iniciar muitos serviços, melhorando o desempenho, alguns recursos sobem desnecessariamente como suporte a Tablet PCs e compartilhamento de rede. Porem, é possível desabilitar esses recursos para economizar melhorar o desempenho do sistema.

Setembro 8, 2009 por freitasinformatica

chuva

Usuários de São Paulo reclamam de pane no serviço de telefonia

Diversas regiões da cidade enfrentam problemas para fazer chamadas.
Telefônica diz que está apurando o ocorrido e que divulgará comunicado.

Diversas regiões de São Paulo registraram problemas, na manhã desta terça-feira (08/09/2009), com o serviço de telefonia fixa fornecido pela Telefônica. A assessoria de imprensa da companhia informou que esta apurando o ocorrido e divulgará um comunicado com seu posicionamento.

Os telefones de serviços de emergência também não funcionam.