Posts de Setembro, 2009

Instalar XP no netbook ASUS

Setembro 18, 2009

Este Tutorial tem como objetivo ensinar como instalar o Windows XP SP2 ( tem de ser SP2) no Asus EEE PC701, através de um pendrive e uma porta USB.

Pra quem tem um drive de DVD externo USB, é muito fácil fazer tal instalação, mas quem não tem um drive externo, poderá fazer a instalação usando um Pendrive.

Este tutorial é composto de 3 fases.

1ª fase – Criando um pendrive bootável do WinXP Professional SP2

2ª fase – Instalando o Windows XP no seu EEE PC 701

3ª fase – Configurando os dispositivos internos de seu EEE PC701 no Windows XP

1ª Fase: Criando um Pendrive Bootável do Windows XP SP2


// O que vai precisar:

- Um computador com um Windows 32bits instalado

- CD Windows XP Professional SP2

- DVD que acompanha o seu EEE PC701

- Pendrive de 2GB ou mais (Máximo de 4GB, pois um pen de 8gB não funcionou. Parece ser limitação da formatação) .

- Os seguintes programas: USB_PREP8, PeToUSB , e Bootsect.exe

# Extraindo os arquivos:

- Crie uma pasta no seu desktop, por exemplo: XPonUSB

- Extraia os arquivos do arquivo Bootsect.zip , USB_PREP8, PeToUSB.//

- Copie o arquivo executável PeToUSB dentro do diretório USB_prep8.

- Certifique-se de que seu pendrive esteja inserido numa porta USB.

- Dentro do diretório USB_prep8, dê um duplo click no arquivo executável usb_prep8.cmd.

- Abrirá uma janela como visto abaixo:


- Pressione uma tecla para continuar.

- Aparecerá a seguinte janela:


- Certifique-se de que as configurações estejam iguais às da figura acima.
- Click em “Start” para iniciar a formatação do pendrive (todos os dados serão apagados).
- Quando a formatação completar, não feche esta janela.
- Abra uma janela de prompt, através do menu “Iniciar – Programas – Acessórios – Prompt de comando”.
- Dentro do prompt de comando vá para o diretório onde vc salvou o arquivo bootsect.exe
- Digite “bootsect.exe /nt52 R:” Onde R: é a letra do drive do seu pendrive
- Se tudo estiver correto você receberá a seguinte mensagem: “bootcode was sucessfully updated on all targeted volumes.”
- NÃO FECHE a janela usb_prep8. Agora vc pode fechar este prompt de comando e a janela do PeToUSB.
- Você verá a janela mostrada abaixo:

- Agora você precisa entrar com as informações corretas nos números 1 e 3.
- Digite 1 e pressione “Enter”. Um gerenciador de diretórios irá abrir para vc localizar os seus arquivos do Windows XP setup (geralmente o seu drive de cd-rom).
- Digite 3 e pressione “Enter”. Entre com a letra de sua porta USB onde vc “espetou” o pendrive.
- Digite 4 para iniciar o processo de cópia.
- O script irá perguntar se vc quer formatar o drive T:. Este drive temporário é criado para instalação do programa em cache. Pressione “Y” e “Enter”.
- Terminada a formatação novamente pressione “Enter” para continuar, você verá o programa copiando os arquivos para o drive temporário criado. Terminado a cópia, novamente pressione “Enter” para continuar.
- Você receberá uma mensagem perguntando se vc quer copiar os arquivos para o pendrive: Yes/No, click Yes.
- Terminando a cópia dos arquivos, uma janela perguntará se você quer que o boot drive U: seja o drive de boot preferencial. Selecione “No” nesta janela.

- Agora selecione Yes para desmontar (Unmount) o drive virtual.

Parabéns!!! Terminamos a primeira parte, e vc já tem um pendrive bootável com seu Windows XP.

2ª Fase: Instalando o Windows XP no seu EEE PC701

- Entre na BIOS de seu EEE, clicando F2 na inicialização

- Na aba Advanced mude para Start a opção OS Instalation.

- Saia da Bios e espete seu pendrive numa porta USB.

- Na Inicialização tecle ESC e escolha o boot pelo pendrive.

- No menu de inicialização vc tem duas opções, selecione a opção 2 para “text mode setup”.

// – Daqui para frente é como se fosse uma instalação normal do Windows XP. Na janela de instalação do Windows XP delete todas as partições existentes e depois crie uma nova partição usando NTFS.

- Quando a parte de texto da instalação se completar, ele irá reiniciar.

- Nesta reinicialização tecle ESC novamente escolha o pendrive para dar o boot. Depois escolha o modo gráfico, pra continuar a instalação.

- Espere o término da instalação do modo gráfico terminar, antes de remover seu pendrive da porta USB.

- Pronto!!! Seu EEE PC701 já está rodando o Windows XP!!!

PS.: Se vc receber a seguinte mensagem na inicialização:

Selecione o sistema operacional a ser iniciado:

1) Microsoft Windows XP Professional
2) USB Repair NOT to Start Microsoft Windows XP Professional

- Simplesmente edite o arquivo “c:\boot.ini” e remova a linha do USB boot, ou mude o timeout de 30s para algo mais rápido.

- Na minha instalação eu recebi esta mensagem, e resolvi deletando a linha do USB boot.

3ª Fase: Configurando os dispositivos internos de seu EEE PC701 no Windows XP

- No mesmo Pendrive que já está o Windows XP, você pode criar um diretório chamado DVD_EEEPC e copiar dentro deles todos os arquivos do DVD, exceto o arquivo P701L executável do Xandros (que tem tamanho de aproximadamente 873mb).
- Espete seu Pendrive no seu EEE PC701 e abra o diretório DVD_EEEPC que vc criou.
- Dê duplo clique no arquivo “Setup” e espere a análise de seu sistema. No final da análise será que feito um boot.
- Na próxima reinicialização, será aberto automaticamente uma interface de instalação dos drivers do EEE para o Windows XP.
- Escolha a opção “Install All Drivers”.
- Espere que o programa de instalação faça uma varredura de seu sistema e comece a instalação dos drivers. Três boot´s serão efetuados automaticamente.
- No final vc terá o seu EEE PC701 completamente configurado para o Windows XP.

Windows 7

Setembro 16, 2009

Conheça o Windows 7, a nova aposta da Microsoft

Novo sistema operacional que deve chegar às lojas neste ano.
Confira as mudanças, vantagens e desvantagens da novidade.

A Microsoft acertou a mão no Windows XP, que é o sistema operacional mais usado do mercado e com maior índice de aceitação. Questões importantes de segurança sempre perseguiram o sistema, entretanto a facilidade de uso e a estabilidade o colocaram em lugar de destaque. Seu sucessor, o Windows Vista não obteve o mesmo êxito: não caiu no gosto dos usuários ou das empresas. A empresa agora aposta suas fichas no Windows 7, sistema operacional que recentemente saiu da fase release candidate (versão candidata a final, que serve para usuários avançados e técnicos testarem, apontando falhas e pontos de melhoria) e está praticamente pronto para o lançamento no mercado.

Um dos grandes calcanhares de Aquiles do Windows Vista era o desempenho em computadores menos potentes, pois requer processadores de ponta e um bom volume de memória RAM, pelo menos 1GB. Ele é muito oneroso para computadores mais limitados e completamente inviáveis para os populares netbooks (notebooks ultraportáteis). Por isso um dos pré-requisitos do Windows 7 é ser mais leve e, portanto, rodar até em netbooks.

Foto: Reprodução

Windows 7 tem interface parecida com a de seu antecessor, o Windows Vista, mas apresenta melhores recursos visuais. O papel de parede muda de tempos em tempos. (Foto: Reprodução )

Testes

Eu testei a versão Entreprise, que tem todas as funcionalidades da versão completa e foi liberada para que as pessoas possam experimentar o sistema por 90 dias. É possível baixar esta versão acessando este link. Seu desempenho foi satisfatório para uso de internet (navegação, comunicadores, transferência de arquivos e acesso a conteúdos multimídia como áudio, vídeo e animações), além de aplicativos para escritório, como os programas Word, Excel e PowerPoint.

Esses testes foram executados em três computadores. O primeiro com processador AMD de 1,8 GHz, 512 MB de memória RAM, processador Intel Dual Core com 2,4 GHz e 2 GB de memória. O segundo, com processador Intel Quad Core de 2,8 GHz com 4 GB de RAM. Dei mais atenção ao computador mais limitado, para descobrir se a promessa da Microsoft em criar um sistema leve para computadores mais modestos era verdade.

No caso do notebook com Intel Centrino Dual Core, tive evidências de forma mais enfática da melhora no desempenho. O tempo de abertura dos aplicativos foi reduzido em média 40% e a experiência de uso (sensação de agilidade durante o uso dos aplicativos) é melhor no novo sistema. Essa melhora de desempenho se deve, em partes, à redução no número de aplicativos e serviços que são iniciados de forma automática. O sistema utiliza menos recursos e, por conseqüência, gera a sensação de maior velocidade para o usuário.

Recursos visuais

Sempre que surge um novo aplicativo ou sistema, muitos se preocupam em saber como está sua aparência. O Windows 7 traz mudanças sutis em relação a seu antecessor. Uma característica marcante do Vista foram os ícones grandes e bem trabalhados/detalhados.

Foto: Reprodução

Os ícones podem ser configurados de forma a ficarem enormes. O tamanho exibido na imagem ainda não é o maior possível e, mesmo assim, eles não perdem qualidade. Ideal para usar em dispositivos touchscreen, ou sensíveis ao toque. (Foto: Reprodução )

Isso fica mais evidente no 7 com a barra do iniciar mais grossa e com uma organização um pouco diferente. A inicialização rápida – aqueles atalhos que ficam ao lado do botão iniciar – teve sensível aprimoramento de funcionalidade. Os aplicativos ali dispostos efetivamente se iniciam mais rapidamente.

Existem mudanças também no menu de contexto, que é apresentado quando clicamos com o botão direito do mouse sobre um atalho. Ele sempre foi genérico, e ganhou uma nova finalidade no Windows 7. Ele está contextualizado com o aplicativo. Por exemplo no Internet Explorer que, ao clicar com o botão direito do mouse, mostra uma lista das últimas paginas acessadas, ou mesmo o Windows Media Player que mostra as ultimas músicas ou filmes vistos no PC.

A vantagem deste recurso é reduzir a quantidade de cliques para, por exemplo, abrir um documento fechado recentemente do Word. Basta clicar com o botão direito do mouse no ícone do Word da barra de inicialização rápida e selecionar o documento na lista.

Foto: Reprodução

Ao parar o mouse sobre um grupo de programas minimizados, o sistema mostra miniaturas reais dos aplicativos. Na imagem são três Windows Explorer abertos. (Foto: Reprodução )

Interessante também é o que ocorre ao minimizar diversas janelas de um mesmo aplicativo. O sistema as agrupa e, ao passar o mouse sobre o grupo, miniaturas do conteúdo de cada janela são exibidas.

Visualmente também existe uma diferença simples, mas com bastante impacto. Quase não existe diferença visual entre os programas minimizados e a barra de inicialização rápida. Isso traz uma sensação ao usuário – pelo menos foi o que aconteceu comigo – de que os programas de inicialização rápida já estão em execução e minimizados.

Foto: Reprodução/About.com

Repare no contorno das janelas. Para ativar o recurso, basta clicar em um pequeno ícone a direita do relógio. (Foto: Reprodução/About.com )

O Aero, que gerou bastante impacto no Vista, ganhou novidades interessantes. A primeira delas chama-se Aero Peek, um recurso que deixa transparente as janelas abertas para que o usuário veja a área de trabalho sem ter de minimizar nada. Outro recurso é o Aero Shake, que deixa visível apenas a janela em uso, caso você “agite-a” na tela. As demais telas são automaticamente minimizadas. Agitando-a novamente, as telas voltam. A tecla atalho para o recurso é Windows + Home.

Outro recurso que preza para organização e agilidade na utilização das janelas é o de Ajustar as telas. Ele funciona assim: aproximando uma janela de um dos cantos do monitor, o sistema a ajusta – em largura e altura – automaticamente. Fazendo essa tarefa com diversas janelas, cria-se um mosaico organizado na tela com todas as janelas em tamanhos visíveis.

O uso do recurso pode ser feito via teclado, em qualquer janela. A combinação tecla do Windows + Seta para direita ou esquerda fixa a tela num dos cantos, algo bastante útil para manter janelas lado a lado. Além disso, utilize Tecla do Windows + Seta para cima para maximizar e Tecla do Windows + Seta para baixo para minimizar.

Já em relação aos Temas, o Windows 7 está bem servido. São diversos deles, com esquemas de cores disponíveis. Também há um recurso bem interessante que possibilita a troca automática do papel de parede.

Foto: Reprodução

Troca do papel de parede é feita automaticamente, sem a intervenção do usuário. (Foto: Reprodução )

Aplicativos novos

Os famosos post its, muito usados para organizar (ou bagunçar!) a área de trabalho terão uma ferramenta nativa no Windows 7. Os usuários de Tablet PC, inclusive, poderão fazer notas manuscritas direto nas etiquetas, com o uso da caneta especial para a tela sensível ao toque do Tablet.

O print screen ganhou um aplicativo próprio que permite diversas formas de captura de tela, como tela inteira, partes da tela ou áreas desenhadas — delimitadas — com o mouse.

Foto: Reprodução

Ferramenta de copiar a tela: o Windows conta agora com esse tipo de recurso de forma mais eficiente. (Foto: Reprodução )

O tradicional Paint também foi turbinado com novas ferramentas e a sua interface, aprimorada. Ganhou novos menus e ferramentas que se parecem com o Office 2007. Ainda não dá, no entanto, para comparar o novo Paint com ferramentas como o Paint.net, gratuito, que tem diversas funcionalidades interessantes para a edição de imagens. Se o intuito é editar imagens, esqueça o Paint (ele se limita a abrir, aumentar e reduzir imagens, cortar partes, escrever textos sobre fotos e desenhar formas simples).

Foto: Reprodução

O Paint está mais bonito, mas ainda é bem limitado. (Foto: Reprodução )

O WordPad também foi aditivado, recebendo uma novo visual, mais parecido com o Word 2007. Os usuários que não tiverem o MS Office instalado e não optarem pelo OpenOffice poderão se virar bem com este novo WordPad.

A calculadora, também repaginada, ganhou dois novos modos: Programador e Estatístico. O modo programador faz cálculos binários e tem opções de álgebra booleana (se você não entendeu nada, não se assuste: esta opção é voltada para profissionais de tecnologia). A opção de estatística tem funções de calculo básicos. Ela não substitui a tradicional HP12C para cálculos estatístico e financeiro, mas é uma boa opção no PC. Por fim, a calculadora também ganhou um recurso de conversão de unidades, por exemplo, de pés para metros.

Foto: Reprodução

Calculadora com novos módulos para programadores e estatísticos. (Foto: Reprodução )

O Windows Explorer recebeu também alguma atenção. No Windows Vista ele ficou estranho: quando se manipulava os modos de visualização e ordenação dos arquivos em uma pasta, havia problemas na hora de exibir as imagens corretas no thumbnail. Isso não ocorre no Windows 7. Visualmente, ficou mais organizado e os ícones mostram em detalhes as miniaturas independente da ação do usuário.

Um novo botão adicionado à interface permite dividir a tela em três áreas. A primeira explora o computador, favoritos, rede e etc. A intermediária lista as pastas e arquivos do PC. Clicando sobre um arquivo, o terceiro painel gera uma pré-visualização do arquivo, evitando ter de abrir o arquivo para saber o que tem nele.

Windows Touch

Falei que os ícones do Windows 7 estão visualmente mais bonitos e, principalmente, maiores. Isso se dá para melhorar a usabilidade em telas sensíveis ao toque, tecnologia que estará cada vez mais presente nos computadores e monitores vendidos no mercado. O efeito “iPhone” despertou nas pessoas o desejo por dispositivos controlados com o uso direto das mãos.

O recurso de sensibilidade é multiponto, ou seja, ele percebe o toque em diversos pontos da tela ao mesmo tempo, possibilitando funcionalidades como aumentar e reduzir imagens, como ocorre no smartphone da Apple.

Mudanças técnicas

São muitas as mudanças técnicas presentes no Windows 7. Vou apenas pincelar esse tópico, mas ele será certamente aprofundado em outras colunas, pois aqui moram a grandes vantagens do novo sistema operacional.

O recurso de central de segurança presentes no Windows XP e Vista foi removido do Windows 7. Um novo serviço, que agrega diversas funcionalidades, foi criado em sua substituição: é o Action Center.

Foto: Reprodução

Action Center permite um controle centralizado e mais organizado dos aplicativos de segurança, controle de usuários e atualizações do sistema. (Foto: Reprodução )

Em bom português: A central de ações agrega uma série de aplicações presentes no Windows Vista, como a Central de Contas do Usuário, que gera uma série de notificações de segurança – amplamente gerenciáveis no Windows 7. Também agrega o Windows Update, Firewall, Programa Antivírus e a Central de Cópias de Segurança, entre outros aplicativos.

Com isso, a Microsoft quer unificar todas as notificações do sistema em um único ambiente, evitando aquelas irritantes telas de autorização presentes no Windows Vista, que assustavam o usuário com questionamentos sobre liberação de recursos ou aplicativos.

Entrando na ferramenta > Control Panel > System and Security > Action Center, o sistema exibe uma lista de tudo que precisa ser feito no sistema, separando por nível de severidade. O que antes ficava espalhado em diversas ferramentas fica centralizado em uma única tela.

Versões e preços

O Windows 7 será comercializado em cinco versões: Starter, Home Basic, Home Premium, Professional e Ultimate. A versão Home Basic tem como foco computadores mais limitados. A versão Ultimate chega a ter um pacote com 35 idiomas, possibilitando ao usuário alternar o idioma do sistema. A versão starter é focada em ultra portáteis, como os netbooks.


Os preços sugeridos giram entre US$ 200 e US$ 350 aproximadamente. O que leva a crer que o novo sistema operacional chegará com um preço salgado aqui no Brasil. A previsão de lançamento do Windows 7 é ainda este ano. Segundo o Site da Microsoft, serão disponibilizados kits de atualização para usuários do Windows Vista qualificados (que receberam uma qualificação da empresa) a partir de 22 de outubro.

Pontos negativos

Painel de Controle: O “modo clássico”, que exibia os ícones da mesma maneira que o Windows XP está, por conta da quantidade de ícones, bastante poluída visualmente. Isso não chega exatamente a ser um problema, embora os mais entusiastas possam notar a diferença.

Indexação: O recurso de indexar arquivos para que a busca seja mais rápida ganhou uma pequena melhora em relação ao Windows Vista. O benefício trazido, no entanto, talvez não compense o consumo de recursos do sistema, sobretudo de bateria em usuários de laptops.

Apesar do sistema não iniciar muitos serviços, melhorando o desempenho, alguns recursos sobem desnecessariamente como suporte a Tablet PCs e compartilhamento de rede. Porem, é possível desabilitar esses recursos para economizar melhorar o desempenho do sistema.

Setembro 8, 2009

chuva

Usuários de São Paulo reclamam de pane no serviço de telefonia

Diversas regiões da cidade enfrentam problemas para fazer chamadas.
Telefônica diz que está apurando o ocorrido e que divulgará comunicado.

Diversas regiões de São Paulo registraram problemas, na manhã desta terça-feira (08/09/2009), com o serviço de telefonia fixa fornecido pela Telefônica. A assessoria de imprensa da companhia informou que esta apurando o ocorrido e divulgará um comunicado com seu posicionamento.

Os telefones de serviços de emergência também não funcionam.

Setembro 7, 2009

1

Dicionário de Informática

A

ADSL

Do Inglês Asymmetric Digital Subscriber Line. Sistema que permite a utilização das linhas telefônicas para transmissão de dados em velocidades maiores que as permitidas por um modem convencional.

Adware

Do Inglês Advertising Software. Software especificamente projetado para apresentar propagandas. Constitui uma forma de retorno financeiro para aqueles que desenvolvem software livre ou prestam serviços gratuitos. Pode ser considerado um tipo de spyware, caso monitore os hábitos do usuário, por exemplo, durante a navegação na Internet para direcionar as propagandas que serão apresentadas.

Antivírus

Programa ou software especificamente desenvolvido para detectar, anular e eliminar de um computador vírus e outros tipos de código malicioso.

Atacante

Pessoa responsável pela realização de um ataque. Veja também Ataque.

Ataque

Tentativa, bem ou mal sucedida, de acesso ou uso não autorizado a um programa ou computador. Também são considerados ataques as tentativas de negação de serviço.

B

Backdoor

Programa que permite a um invasor retornar a um computador comprometido. Normalmente este programa é colocado de forma a não ser notado.

Banda

Veja Largura de banda.

Bandwidth

Veja Largura de banda.

Blacklist

Lista de e-mails, domínios ou endereços IP, reconhecidamente fontes de spam. Geralmente, utiliza-se este recurso (blacklist) para bloquear os e-mails suspeitos de serem spam, no servidor de e-mails. Em alguns casos, os filtros configurados no programa leitor de e-mails também podem utilizar blacklists.

Boato

E-mail que possui conteúdo alarmante ou falso e que, geralmente, tem como remetente ou aponta como autora da mensagem alguma instituição, empresa importante ou órgão governamental. Através de uma leitura minuciosa deste tipo de e-mail, normalmente, é possível identificar em seu conteúdo mensagens absurdas e muitas vezes sem sentido.

Bot

Programa que, além de incluir funcionalidades de worms, sendo capaz de se propagar automaticamente através da exploração de vulnerabilidades existentes ou falhas na configuração de softwares instalados em um computador, dispõe de mecanismos de comunicação com o invasor, permitindo que o programa seja controlado remotamente. O invasor, ao se comunicar com o bot, pode orientá-lo a desferir ataques contra outros computadores, furtar dados, enviar spam, etc.

Botnets

Redes formadas por diversos computadores infectados com bots. Podem ser usadas em atividades de negação de serviço, esquemas de fraude, envio de spam, etc.

C

Cable modem

Modem projetado para operar sobre linhas de TV a cabo.

Cavalo de tróia

Programa, normalmente recebido como um “presente” (por exemplo, cartão virtual, álbum de fotos, protetor de tela, jogo, etc), que além de executar funções para as quais foi aparentemente projetado, também executa outras funções normalmente maliciosas e sem o conhecimento do usuário.

Código malicioso

Termo genérico que se refere a todos os tipos de programa que executam ações maliciosas em um computador. Exemplos de códigos maliciosos são os vírus, worms, bots, cavalos de tróia, rootkits, etc.

Comércio eletrônico

Também chamado de e-commerce, é qualquer forma de transação comercial onde as partes interagem eletronicamente. Conjunto de técnicas e tecnologias computacionais utilizadas para facilitar e executar transações comerciais de bens e serviços através da Internet.

Comprometimento

Veja Invasão.

Conexão segura

Conexão que utiliza um protocolo de criptografia para a transmissão de dados, como por exemplo, HTTPS ou SSH.

Correção de segurança

Correção especificamente desenvolvida para eliminar falhas de segurança em um software ou sistema operacional.

Criptografia

Ciência e arte de escrever mensagens em forma cifrada ou em código. É parte de um campo de estudos que trata das comunicações secretas. É usada, dentre outras finalidades, para: autenticar a identidade de usuários; autenticar transações bancárias; proteger a integridade de transferências eletrônicas de fundos, e proteger o sigilo de comunicações pessoais e comerciais.

D

DDoS

Do Inglês Distributed Denial of Service. Ataque de negação de serviço distribuído, ou seja, um conjunto de computadores é utilizado para tirar de operação um ou mais serviços ou computadores conectados à Internet. Veja Negação de serviço.

DNS

Do Inglês Domain Name System. Serviço que traduz nomes de domínios para endereços IP e vice-versa.

DoS

Do Inglês Denial of Service. Veja Negação de serviço.

E

E-commerce

Veja Comércio eletrônico.

Endereço IP

Este endereço é um número único para cada computador conectado à Internet, composto por uma seqüência de 4 números que variam de 0 até 255, separados por “.”. Por exemplo: 192.168.34.25.

Engenharia social

Método de ataque onde uma pessoa faz uso da persuasão, muitas vezes abusando da ingenuidade ou confiança do usuário, para obter informações que podem ser utilizadas para ter acesso não autorizado a computadores ou informações.

Exploit

Programa ou parte de um programa malicioso projetado para explorar uma vulnerabilidade existente em um software de computador.

F

Falsa identidade

Ato onde o falsificador atribui-se identidade ilegítima, podendo se fazer passar por outra pessoa, com objetivo de obter vantagens indevidas, como por exemplo, obter crédito, furtar dinheiro de contas bancárias das vítimas, utilizar cartões de crédito de terceiros, entre outras.

Filtro anti-spam

Programa que permite separar os e-mails conforme regras pré-definidas. Originalmente era utilizado para o gerenciamento das caixas postais. No entanto, com o crescimento do volume de spams na rede, tornou-se um importante recurso técnico para a seleção de e-mails válidos, dentre os diversos spams recebidos.

Firewall

Dispositivo constituído pela combinação de software e hardware, utilizado para dividir e controlar o acesso entre redes de computadores.

Firewall pessoal

Software ou programa utilizado para proteger um computador contra acessos não autorizados vindos da Internet. É um tipo específico de firewall.

G

Greylisting

Termo que refere-se a um método de filtragem de spams, implantado diretamente no servidor de e-mails, que recusa temporariamente um e-mail e o recebe somente quando ele é reenviado. Servidores de e-mails legítimos, que se comportam de maneira correta e de acordo com as especificações dos protocolos, sempre reenviam as mensagens. Este método parte do princípio que spammers raramente utilizam servidores legítimos e, portanto, não reenviam suas mensagens.

H

Harvesting

Técnica utilizada por spammers, que consiste em varrer páginas Web, arquivos de listas de discussão, entre outros, em busca de endereços de e-mail.

Hoax

Veja Boato.

HTML

Do Inglês HyperText Markup Language. Linguagem universal utilizada na elaboração de páginas na Internet.

HTTP

Do Inglês HyperText Transfer Protocol. Protocolo usado para transferir páginas Web entre um servidor e um cliente (por exemplo, o browser).

HTTPS

Quando utilizado como parte de uma URL, especifica a utilização de HTTP com algum mecanismo de segurança, normalmente o SSL.

I

Identity theft

Veja Falsa identidade.

IDS

Do Inglês Intrusion Detection System. Programa, ou um conjunto de programas, cuja função é detectar atividades maliciosas ou anômalas.

Invasão

Ataque bem sucedido que resulte no acesso, manipulação ou destruição de informações em um computador.

Invasor

Pessoa responsável pela realização de uma invasão (comprometimento). Veja também Invasão.

IP

Veja Endereço IP.

K

Keylogger

Programa capaz de capturar e armazenar as teclas digitadas pelo usuário no teclado de um computador. Normalmente, a ativação do keylogger é condicionada a uma ação prévia do usuário, como por exemplo, após o acesso a um site de comércio eletrônico ou Internet Banking, para a captura de senhas bancárias ou números de cartões de crédito.

L

Largura de banda

Quantidade de dados que podem ser transmitidos em um canal de comunicação, em um determinado intervalo de tempo.

M

Malware

Do Inglês Malicious software (software malicioso). Veja Código malicioso.

Modem

Dispositivo que permite o envio e recebimento de dados utilizando as linhas telefônicas.

N

Negação de serviço

Atividade maliciosa onde o atacante utiliza um computador para tirar de operação um serviço ou computador conectado à Internet.

Netiqueta

Conjunto de normas de conduta para os usuários da Internet, definidas no documento RFC 1855: Netiquette Guidelines.

Número IP

Veja Endereço IP.

O

Opt-in

Regra de envio de mensagens que define que é proibido mandar e-mails comerciais/spam, a menos que exista uma concordância prévia por parte do destinatário. Veja também Soft opt-in.

Opt-out

Regra de envio de mensagens que define que é permitido mandar e-mails comerciais/spam, mas deve-se prover um mecanismo para que o destinatário possa parar de receber as mensagens.

P

Patch

Veja Correção de segurança.

Phishing

Também conhecido como phishing scam ou phishing/scam. Mensagem não solicitada que se passa por comunicação de uma instituição conhecida, como um banco, empresa ou site popular, e que procura induzir usuários ao fornecimento de dados pessoais e financeiros. Inicialmente, este tipo de mensagem induzia o usuário ao acesso a páginas fraudulentas na Internet. Atualmente, o termo também se refere à mensagem que induz o usuário à instalação de códigos maliciosos, além da mensagem que, no próprio conteúdo, apresenta formulários para o preenchimento e envio de dados pessoais e financeiros.

Porta dos fundos

Veja Backdoor.

Proxy

Servidor que atua como intermediário entre um cliente e outro servidor. Normalmente é utilizado em empresas para aumentar a performance de acesso a determinados serviços ou permitir que mais de uma máquina se conecte à Internet.

Proxy Aberto

Proxy mal configurado que pode ser abusado por atacantes e utilizado como uma forma de tornar anônimas algumas ações na Internet, como atacar outras redes ou enviar spam.

R

Rootkit

Conjunto de programas que tem como finalidade esconder e assegurar a presença de um invasor em um computador comprometido. É importante ressaltar que o nome rootkit não indica que as ferramentas que o compõem são usadas para obter acesso privilegiado (root ou Administrator) em um computador, mas sim para manter o acesso privilegiado em um computador previamente comprometido.

S

Scam

Esquemas ou ações enganosas e/ou fraudulentas. Normalmente, têm como finalidade obter vantagens financeiras.

Scan

Técnica normalmente implementada por um tipo de programa, projetado para efetuar varreduras em redes de computadores. Veja Scanner.

Scanner

Programa utilizado para efetuar varreduras em redes de computadores, com o intuito de identificar quais computadores estão ativos e quais serviços estão sendo disponibilizados por eles. Amplamente utilizado por atacantes para identificar potenciais alvos, pois permite associar possíveis vulnerabilidades aos serviços habilitados em um computador.

Screenlogger

Forma avançada de keylogger, capaz de armazenar a posição do cursor e a tela apresentada no monitor, nos momentos em que o mouse é clicado, ou armazenar a região que circunda a posição onde o mouse é clicado. Veja também Keylogger.

Senha

Conjunto de caracteres, de conhecimento único do usuário, utilizado no processo de verificação de sua identidade, assegurando que ele é realmente quem diz ser.

Site

Local na Internet identificado por um nome de domínio, constituído por uma ou mais páginas de hipertexto, que podem conter textos, gráficos e informações multimídia.

Soft opt-in

Regra semelhante ao opt-in, mas neste caso prevê uma exceção quando já existe uma relação comercial entre remetente e destinatário. Desta forma, não é necessária a permissão explícita por parte do destinatário para receber e-mails deste remetente. Veja Opt-in.

Spam

Termo usado para se referir aos e-mails não solicitados, que geralmente são enviados para um grande número de pessoas. Quando o conteúdo é exclusivamente comercial, este tipo de mensagem também é referenciada como UCE (do Inglês Unsolicited Commercial E-mail).

Spamcop

Instituição que oferece diversos serviços anti-spam, sendo o mais conhecido o que permite reclamar automaticamente de spams recebidos.

Spammer

Pessoa que envia spam.

Spam Zombie:

Computador infectado por código malicioso, capaz de transformar o sistema do usuário em um servidor de e-mail para envio de spam. Em muitos casos, o usuário do computador infectado demora a perceber que seu computador está sendo usado por um invasor para este fim.

Spyware

Termo utilizado para se referir a uma grande categoria de software que tem o objetivo de monitorar atividades de um sistema e enviar as informações coletadas para terceiros. Podem ser utilizados de forma legítima, mas, na maioria das vezes, são utilizados de forma dissimulada, não autorizada e maliciosa.

SSH

Do Inglês Secure Shell. Protocolo que utiliza criptografia para acesso a um computador remoto, permitindo a execução de comandos, transferência de arquivos, entre outros.

SSL

Do Inglês Secure Sockets Layer. Protocolo que fornece confidencialidade e integridade na comunicação entre um cliente e um servidor, através do uso de criptografia. Veja também HTTPS.

T

Time zone

Fuso horário.

Trojan horse

Veja Cavalo de tróia.

U

UBE

Do inglês Unsolicited Bulk E-mail. Termo usado para se referir aos e-mails não solicitados enviados em grande quantidade.

UCE

Do inglês Unsolicited Commercial E-mail. Termo usado para se referir aos e-mails comerciais não solicitados.

URL

Do Inglês Universal Resource Locator. Seqüência de caracteres que indica a localização de um recurso na Internet, como por exemplo, http://cartilha.cert.br/.

V

Vírus

Programa ou parte de um programa de computador, normalmente malicioso, que se propaga infectando, isto é, inserindo cópias de si mesmo e se tornando parte de outros programas e arquivos de um computador. O vírus depende da execução do programa ou arquivo hospedeiro para que possa se tornar ativo e dar continuidade ao processo de infecção.

Vulnerabilidade

Falha no projeto, implementação ou configuração de um software ou sistema operacional que, quando explorada por um atacante, resulta na violação da segurança de um computador.

W

Web bug

Imagem, normalmente muito pequena e invisível, que faz parte de uma página Web ou de uma mensagem de e-mail, e que é projetada para monitorar quem está acessando esta página Web ou mensagem de e-mail.

Whitelist

Lista de e-mails, domínios ou endereços IP, previamente aprovados e que, normalmente, não são submetidos aos filtros anti-spam configurados.

Worm

Programa capaz de se propagar automaticamente através de redes, enviando cópias de si mesmo de computador para computador. Diferente do vírus, o worm não embute cópias de si mesmo em outros programas ou arquivos e não necessita ser explicitamente executado para se propagar. Sua propagação se dá através da exploração de vulnerabilidades existentes ou falhas na configuração de softwares instalados em computadores.

Z

Zombie

Veja Spam Zombie.

Saiba como responder às perguntas de uma entrevista de emprego

Setembro 3, 2009

emprego



Saiba como responder (bem!) às perguntas de uma entrevista de emprego


FONTE: Catho online

Você está ali, cara a cara com o avaliador, aquele que decidirá se o emprego será seu ou não. Enquanto você acompanha os ponteiro do relógio, o interrogatório começa. Como responder “certo” e saber se a impressão passada será boa? Ser sincera, exagerar, omitir, mentir – o que fazer para conquistar a vaga? Se o candidato não estiver preparado, as perguntas do recrutador podem se tornar verdadeiras armadilhas.

Omitir pode, mentir jamais

Camila Mariano, consultora de Recursos Humanos da Catho, afirma que esta etapa do processo seletivo é um momento muito importante, em que o gestor da empresa vai conhecer o candidato mais a fundo e ver se ele se encaixa no perfil que procuram. “Por este motivo, nunca se deve mentir”, enfatiza.

Silvana Case, vice-presidente executiva do grupo Catho, concorda com Camila: “Mentir, jamais! A verdade é a única resposta válida. Omitir pode ser viável, caso algo não lhe seja questionado. Causar uma boa primeira impressão se faz necessário sempre com uma boa dose de marketing, mas vale lembrar que marketing e mentira não são sinônimos”, assevera Silvana.

“Honestidade e sinceridade são essenciais. Ninguém é perfeito. O candidato deve saber que há pontos a desenvolver, entender quais são e ser franco o suficiente para admiti-los”

Prepare-se antes

Segundo Camila Mariano, os avaliadores querem identificar e comprovar as competências da pessoa. “Em geral, pedem-se situações em que o candidato possa mostrar ações e iniciativa”, explica. A consultora ressalta que se preparar antes para saber o que responder na hora da entrevista é válido e muito vantajoso. “Fazer uma lista, tendo em mente aquelas questões mais comuns, e já pensar no que dizer deixa a pessoa mais segura e menos nervosa no dia”, garante.

Dentro desta preparação, deve-se incluir uma boa pesquisa sobre a companhia. “Ao mesmo tempo em que o candidato é avaliado pela empresa, ele também precisa avaliá-la para saber se realmente quer trabalhar ali. Por isso, procurar o máximo possível de informações é fundamental, inclusive aspectos culturais da organização e o estilo de gestão”, esclarece Marina Vergili, diretora da empresa de Recursos Humanos Transition RH. Quanto mais informações se tem, mais será possível direcionar perguntas e impressionar o entrevistador.

- Fale sobre você. Quais são seus pontos fortes (qualidades) e fracos (defeitos)?

Essa é a hora de fazer o marketing pessoal. Destaque qualidades que interessem à empresa, de maneira direta. Segundo as consultoras, o candidato precisa mostrar que possui um autoconhecimento real. “Conheça a si mesma e tenha pronto em mente um resumo sobre como você se vê”, indica Silvana Case.

E nem pense em omitir os defeitos ou citar “perfeccionismo” como ponto fraco: esse tipo de resposta não cola mais! “Honestidade e sinceridade são essenciais. Ninguém é perfeito. O candidato deve saber que há pontos a desenvolver, entender quais são e ser franco o suficiente para admiti-los. Não adianta esconder os pontos fracos, pois o avaliador poderá perceber boa parte deles na entrevista”, aponta Marina Vergili. “É importante mostrar como pode resolver isso e o que está fazendo ou pretende fazer para melhorar”, acrescenta Camila Mariano.

- Por que devemos contratá-lo? Como você poderá contribuir para o desenvolvimento e crescimento da empresa?

Marina Vergili explica que o recrutador quer medir qual o entendimento que o candidato tem de si mesmo e da empresa. “Ele quer saber por que o entrevistado quer trabalhar ali e por que quer aquela posição”, define. Mais uma vez, destaque seus pontos positivos, mas sem deixar a apresentação repetitiva. Informe como pode trazer benefícios ao trabalho. Neste momento, é interessante deixar claro que conhece bem a empresa – claro, se realmente pesquisou sobre ela. “Por isso a pesquisa prévia é importante. Ela pode ser feita através de internet, revistas, conversas com pessoas que trabalham ou trabalharam lá”, reforça a diretora da Transition RH.

- Quais são seus objetivos? Como você se vê em cinco anos?

O avaliador quer saber o que você espera da empresa e do cargo para ver se a vaga se encaixa a você. Foque somente nas espectativas profissionais, nada de “pretendo me casar e ter dois filhos”. “Diga o que pretende fazer na sua área e mostre que tem interesse em um plano de carreira definido”, aconselha Camila Mariano, da Catho. Seja específico e objetivo. Se quer ser gerente em determinada área, diga exatamente isso. Demonstrar ambição é bom, mas não exagere na dose: muito provavelmente você não conseguirá a presidência da companhia em cinco anos, por mais que deseje isso.

- Fale sobre realizações e resultados que você tenha alcançado em sua carreira ou último emprego.

A pergunta é bem direta, mas algumas pessoas se enrolam porque não têm experiência profissional suficiente. Neste caso, o candidato pode falar de alguma idéia sua que tenha sido aproveitada, de um trabalho que foi positivo ou elogiado, ou de algo que tenha ressaltado sua eficiência de alguma forma – seja em um emprego, em um estágio ou mesmo na vida acadêmica. “Se o profissional conseguiu desempenhar um projeto ou uma tarefa importante em menos tempo, ou com menos custo, isso já um resultado positivo”, menciona Camila.

- Descreva uma situação difícil que teve que enfrentar. Como fez para resolvê-la?

Com esta pergunta, o candidato mostra como reage diante de obstáculos e problemas, como se comporta (se entra em desespero, por exemplo) e se tem criatividade para resolver ou lidar com a situação. “Quem não tem uma boa história profissional para contar pode falar de uma situação pessoal mesmo, que seja relevante, e que tenha superado bem – se perder em uma cidade desconhecida, por exemplo”, diz Marina Vergili, da Transition RH. A vice-diretora executiva da Catho, Silvana Case, dá mais um conselho: “Tenha em mente que em nosso cotidiano enfrentamos situações diversas e eleja a menos comprometedora para você. Evite falar de situações que envolvam questões políticas, religiosas e com conotações sexuais”.

- Como você avalia a empresa em que trabalha ou trabalhou? Por qual motivo você saiu (ou quer sair) dela?

A regra aqui é: jamais falar mal da antiga empresa ou dos ex-colegas, nem sob tortura! De acordo com Camila Mariano, não se deve enfatizar os problemas da companhia, mas sim os pontos positivos – o que conquistou neste trabalho, o que aprendeu etc. Sobre o motivo da saída, não minta em hipótese alguma. “As referências serão levantadas pela empresa, então, se você pediu demissão ou foi demitido, diga a verdade e explique de forma clara as razões”, recomenda Marina Vergili

// // <![CDATA[
//<![CDATA[
var m3_u = 'http://a.bolsademulher.com/www/delivery/ajs.php';
var m3_r = Math.floor(Math.random()*99999999999);
if (!document.MAX_used) document.MAX_used = ',';
document.write ("");
//
// ]]> Você prefere trabalhar sozinho ou em equipe?

Mostre-se disposto a trabalhar sob qualquer uma dessas condições. É claro que isso vai depender do momento e do cargo que você exercerá. Na maioria das áreas, há tarefas que são mais bem desempenhadas em equipe e outras que são mais produtivas quando feitas por apenas um profissional. “Mas querer trabalhar individualmente, sempre, não é um bom sinal. Pode demonstrar dificuldade de relacionamento, egoísmo”, ressalta Silvana Case.

- Qual sua pretensão salarial?

Se ainda não se falou sobre salário até então, é comum que o próprio gestor, neste momento, toque no assunto e já diga quanto você ganhará se for contratado, segundo Camila Mariano. Se isso não acontecer e ele fizer a pergunta, mencione o seu último salário para usá-lo como parâmetro. Marina Vergili, no entanto, aconselha o candidato a fazer, antes, a avaliação do quanto realmente precisa para viver bem (sendo realista) e, ao dizer o resultado ao entrevistador, deixar claro que este valor pode ser negociável.

- Você estaria disposto a mudar de cidade ou país? E trabalhar além do horário de trabalho?

Para Silvana Case, esta é uma questão importante. Se a empresa e o cargo requerem viagens ou mudanças, você deve se preparar para tal. “Em uma empresa localizada em diversos estados e cidades, ocorrer uma transferência (às vezes com uma promoção junto) é usual; porém, se por questões de foro íntimo não houver esta disponibilidade, seja honesto e, sucintamente, explique a razão”, recomenda.

Sobre trabalhar além do horário, Silvana argumenta que a necessidade de ficar na empresa além do expediente normal é cada vez mais comum e é preciso estar atento: “Quem trabalha contando os minutos que faltam para sua saída está com seus dias contados no competitivo e globalizado universo corporativo. Mas é claro que limites existem e devem ser respeitados, principalmente se o profissional estuda ou faz cursos de atualização à noite”.

- Por que você escolheu essa carreira?

Fale a verdade: seja por influência dos pais, amigos, interesse pessoal, sonho antigo ou porque foi a opção do momento. Mas, acima de tudo, mostre que ama o que faz. “E se não amar, melhor buscar alternativas, pois terá cada vez mais dificuldades de competir e ganhar daqueles que amam o que fazem”, recorda Silvana. Ela ressalta que demonstrar negativismo, em qualquer ocasião da entrevista, é prejudicial. “Uma empresa contrata um profissional para resolver sua necessidade. Mostre alto astral sempre – ele faz toda diferença e pode mover montanhas. Todos gostamos de ter na equipe pessoas positivas”, afirma.

- O que você costuma fazer no seu tempo livre?

Esta pergunta serve para verificar o nível cultural do candidato. “Assim, o recrutador vê se ele está dentro do perfil dos outros funcionários da organização e em que hábitos está inserido”, explica a consultora de Recursos Humanos da Catho. Mas não só isso. A diretora da Transition RH conta que algumas perguntas, como a que pede para falar dos hobbies do candidato, são bastante estratégicas: “A forma como a pessoa gerencia sua vida pessoal e social também pode dizer muito de como ela gerencia sua carreira. Da mesma forma, há empresas que desejam saber sobre o lazer dos funcionários porque não desejam que eles se portem como workaholics, que vivem 25 horas por dia em função do trabalho”, conclui Marina. A vice-diretora executiva da Catho, Silvana Case, sugere que trabalhos voluntários devem sempre ser mencionados – se você realmente os fizer, é claro.

Setembro 1, 2009

fotos

Invente o que quiser com suas fotos digitais

Dá até para assumir o corpo de quem você quiser!

Tão simples quanto tirar fotografias digitais, deve ser a edição das imagens produzidas na câmera. É por isso que muitos sites na Internet transformaram-se em verdadeiros editores de imagens, leves, divertidos e fáceis de usar. Conheça alguns deles:

Face in hole
Photofunia
Yearbook Yourself

Entendendo rede wireless

Setembro 1, 2009

Introdução
Wireless (sem fios) é um tipo de conexão para transmitir dados sem utilizar cabos ou fios, ou seja, é um tipo de conexão onde o ar é o transmissor da informação enviada/recebida pelos dispositivos.
Assim como nós conseguimos ouvir o som, também podemos fazer uma ligação através de Wireless com alguns dispositivos e estabelecer um compartilhamento de dados.
Existem vários tipos de tecnologias Wireless, por exemplo, Wi-Fi, Infrared (infravermelho), bluetooth e Wi-Max.
Veremos adiante mais informações nos Princípios de conexões Wireless.

Desenvolvimento

1- Princípios
As Redes sem fio ou Wireless surgiram da mesma forma que muitas outras tecnologias, no meio militar.
Havia a necessidade de programar um método simples e seguro para troca de informações em ambiente de combate. O tempo passou e a tecnologia evoluiu, deixando de ser restrita ao meio militar e se tornou acessível a empresas, faculdades e ao usuário doméstico.
Nos dias de hoje podemos pensar em redes wireless como uma alternativa bastante interessante em relação às redes cabeadas, embora ainda com custo elevado. Suas aplicações são muitas e variadas e o fato de ter a mobilidade como principal característica, tem facilitado sua aceitação, principalmente nas empresas.
A evolução dos padrões oferecendo taxas de transmissão comparáveis a Fast Ethernet, por exemplo, torna as redes wireless uma realidade cada vez mais presente.
WLANs usam ondas de radio para transmissão de dados. Comumente podem transmitir na faixa de freqüência 2.4 GHz (Não licenciada) ou 5 GHz.
Existe uma grande diversidade de redes dessa área, que são:
Redes Locais sem Fio ou WLAN (Wireless Local Area Network), Redes Metropolitanas sem Fio ou WMAN (Wireless Metropolitan Area Network), Redes de Longa Distância sem Fio ou WWAN (Wireless Wide Area Network), redes WLL (Wireless Local Loop) e o novo conceito de Redes Pessoais Sem Fio ou WPAN (Wireless Personal Area Network).

2- Topologia
A topologia da rede é composta de várias formas, como por exemplo a Basic Service Set (BBS), que é uma célula de comunicação da rede sem fio, a Wireless LAN Stations (STA), que são os diversos clientes da rede, o Access Point (AP), que é o nó que coordena a comunicação entre as STAs dentro da BSS. Funciona como uma ponte de comunicação entre a rede sem fio e a rede convencional, Distribution System (DS) que corresponde ao backbone da WLAN, realizando a comunicação entre os APs e o Extended Service Set (ESS), que é um conjunto de células BSS cujos APs estão conectados a uma mesma rede convencional. Nestas condições uma STA pode se movimentar de uma célula BSS para outra permanecendo conectada à rede. Este processo é denominado de Roaming.
As Redes WLAN Podem ser configuradas como:
• Ad-hoc mode – Independent Basic Service Set (IBSS)
A comunicação entre as estações de trabalho é estabelecida diretamente, sem a necessidade de um AP e de uma rede física para conectar as estações.
• Infrastructure mode – Infrastructure Basic Service Set
A rede possui pontos de acessos (AP) fixos que conectam a rede sem fio à rede convencional e estabelecem a comunicação entre os diversos clientes.

3- Dispositivos

PC Card
Imagem
Usado somente em notebooks
Serve para conectar o notebook a rede wireless
Possui antena interna embutida

Placas PCI
Imagem
Usado somente em desktops
Serve para conectar o desktop a rede wireless
Possui antena externa acoplada a saída da placa

Adaptadores USB
Imagem
Pode ser usado em notebooks ou desktops
Serve para conectar o notebook ou desktop a rede wireless
Possui antena interna embutida

Pontos de Acesso
Imagem
Concentra todo o tráfego da rede wireless além das conexões oriundas dos clientes.
Possui um identificador que identifica a rede chamada SSID.
Interface entre a rede wireless e a rede cabeada por possuir porta UTP 10 ou 100mbps
Possui antena interna embutida
Suporta a conexão de antenas externas, na maioria dos casos

Pontes Wireless Workgroup
Imagem
Agrupa vários clientes LAN e transforma essa LAN em único cliente WLAN.
Recomendado em situações em que um pequeno grupo de usuários necessita de acesso à rede principal.
O número máximo de estações que pode ser conectado está compreendido entre 8 e 128, dependendo do fabricante.

Pontes Wireless
Imagem
Conecta duas ou mais redes
Compreende 4 modos de operação: Root, Non-Root, Access Point e Repeater.
Possui a capacidade de formação de backbone wireless através de dois PC Cards.

Gateways
Imagem
Conecta um pequeno número de dispositivos wireless a internet ou outra rede
Possui uma porta WAN e várias portas LAN. Geralmente tem um hub ou switch embutido e possui as funcionalidades de um Ponto de Acesso.

Antenas
Imagem
Podem ser conectadas a pontos de acesso ou a máquinas clientes para aumentar o ganho do sinal e assim melhorar a transmissão de dados.
Podem ser direcionais ou omni-direcionais.

E muitos outros dispositivos usam da conexão Wireless para transmitirem informações.

4- Segurança

Naturalmente redes wireless não são seguras em sua concepção inicial.
Precisa configurar níveis de segurança como por exemplo:
Autenticação, redirecionamento de portas, entrega de endereços na Rede (DHCP), roteamento e Firewall (depende do AP), etc.
Uma rede wireless sem controles é 100% aberta, qualquer pessoa e qualquer dispositivo se conectam e navegam por essa rede.
Há modos de se proteger com esse tipo de rede, como por exemplo seguir as etapas abaixo:
Controle o acesso dos clientes por MAC ADDRESS e tenha mais de segurança
Crie uma chave WEP (Ex: nome do seu cachorro).
Faça uma chave WPA
Faça uma autenticação usando Radius e PKI, autentique usuários e estações e atinja 99, 999% de Segurança