

A Campus Party começou, que maravilha, mas com alguns probleminhas.
Alguns problemas vêm aborrecendo os participantes de um dos maiores eventos de tecnologia do mundo – a Campus Party Brasil. Na segunda-feira, já na abertura da festa, vários dos campuseiros reclaramarm da fila na entrada. Algumas pessoas chegaram a ficar nove horas esperando para entrar pelo único portão disponível, que foi aberto às 12h.
A demora para pegar os crachás também foi motivo de mau humor para alguns. “Eles imprimiram vários crachás errados, sem o símbolo da tenda indicando quem ia acampar. Na chegada, tiveram que imprimir todos os crachás de novo”, afirmou uma colaboradora do evento que não quis se identificar. Para resolver o problema, na próxima edição do evento os crachás serão entregues com uma semana de antecedência na casa dos participantes.
Dentro da Campus Party, a internet foi a maior reclamação dos campuseiros, que não conseguiram se conectar em alguns momentos. “Eu estou subindo o conteúdo que produzi pelo 3G porque não estou conseguindo me conectar à internet”, disse Tato Tarcan, do site WeRGeeks. “Eu não estou revoltado, eu estou triste, porque esse evento, para essas 6,8 mil pessoas, é muito importante”, disse.
Na madrugada, por volta das três horas, uma queda de energia na Campus Party assustou os campuseiros que estavam acordados. Segundo a organização do evento, um caminhão bateu contra um poste, derrubando a luz da festa. “Ontem houve um acidente e foi destruído um transformador. A Eletropaulo ligou e disse que em 10 minutos faria o conserto, mas levaram duas horas”, afirmou o organizador Mario Teza.
Outra queda de energia, desta vez das 17h50 às 18h50 da terça-feira, parou o evento por mais uma hora devido à chuva forte e a quantidade de trovões. Vários campuseiros se manifestaram e reclamaram da falta de energia. “O que aconteceu é que os equipamentos que alimentam a rede não tinham energia elétrica, mas o núcleo central continuou, porque tem gerador. Tanto que assim que a luz voltou, a Internet também voltou”, explicou Teza.
Na porta do evento, todos precisavam cadastrar seus laptops, netbooks e desktops junto com o RG para garantir a segurança do aparelho. Apesar disso, equipamentos como o iPad não ganhavam um selo na entrada. “A discussão que a gente tem é que é muito difícil fazer a segurança disso. São dispositivos muito pequenos, de uso pessoal”, afirma Teza. “A gente pede a colaboração dos campuseiros para que eles cuidem do aparelho. É como um celular, ninguém deixa um celular em cima da mesa”, finaliza.
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