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WINDOWS 7 – pirataria

Novembro 4, 2009

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SISTEMA OPERACIONAL

Os preços da inovação


Cópias do Windows 7 já estão nas ruas. Usuário do XP tem de fazer back up para migrar


As quatro versões do novo sistema já estão disponíveis nas lojas regulares, enquanto a copiada, apenas na forma Ultimate, é encontrada nas bancas dos shoppings populares

 

Antes mesmo de o novo sistema operacional da Microsoft ser apresentado oficialmente, o que ocorreu quinta-feira passada, ele já estava disponível para instalação em várias partes do país e a preço infinitamente menor do que chegou às lojas. Longe de qualquer estratégia de marketing da empresa para divulgar o produto, essa venda, ao contrário, representa a maior dor de cabeça enfrentada pelos fabricantes de qualquer tipo de produto de tecnologia: a falsificação e a pirataria.

Conseguimos comprar uma cópia do Windows 7, versão Ultimate, 32-bit, mas não foi tão fácil.

O motivo: estavam esgotadas, o que demonstra a grande procura que há no Brasil por produtos pirateados. A busca começou na sexta-feira, um dia depois do lançamento oficial do OS, nos shoppings populares da cidade.

Em uma das bancas do Oiapoque, popularmente conhecido por Shopping Oi, sem nos identificar, recebemos a promessa de que novos CDs chegariam no fim de semana. O preço: R$ 10, mas que poderia aumentar devido ao grande interesse demonstrado por usuários.

As lojas visitadas sexta-feira ainda não tinham o produto na segunda-feira pela manhã, o que motivou uma procura por outras bancas, seguindo indicações de vendedores. Até que em uma delas o Windows 7, versão Ultimate 32-bit e 64-bit, foi encontrado, mas custando R$ 25. Interessante que o vendedor consultou uma tabela com a relação de todos os softwares disponíveis, dezenas deles, inclusive as várias versões dos sistemas anteriores Vista e XP, com preços a partir de R$ 10.

Os preços oficiais das quatro versões do Windows 7 lançadas no Brasil são: Home Basic – R$ 329, Home Premium – R$ 399, Professional – R$ 629 e Ultimate – R$ 669.

MENSAGENZINHAS

Perguntados se a cópia funcionaria bem, a resposta foi sempre a mesma: “Claro, de forma perfeita. Às vezes surgem na tela umas mensagenzinhas, mas é só desprezar. Sempre usamos cópias, do XP, do Vista, de vários outros programas, e nunca tivemos qualquer problema. O trabalho é de alta qualidade.”

O interessante é que eles carimbam no verso da folha de papel, que serve como capa do CD, um termo de garantia válido por sete dias para troca do software, desde que seja por um título igual e que não apresente arranhões.

O CD vem acompanhado por instruções detalhadas de instalação e totalmente em português. E não é que, depois de instalado, o sistema funciona quase como o original? Apenas com o porém de não conseguir acessar as atualizações da Microsoft.

Depois de 30 dias sem a validação necessária, como já é de praxe, os programas piratas passam a exibir lembretes sucessivos, enviados pela desenvolvedora, de que são falsos. São as famosas “mensagenzinhas” citadas pelos vendedores. Se isso não incomodar o usuário…

 

SISTEMA OPERACIONAL
Experiência quebrada

 

A Microsoft, por seu lado, avisa que o usuário de um programa pirata não vai se dar bem com a cópia. No mínimo, não conseguirá desfrutar do sistema em toda sua potencialidade. “É preciso uma chave de ativação, que é um código, para instalar oficialmente o Windows 7.
Se não for feito isso, em 30 dias, como se fosse um prazo de tolerância, a tela do computador fica preta e surge um balão informativo indicando que se trata de um programa falsificado. E toda vez que acessar um aplicativo, o usuário será chamado a uma atualização, que no caso é impossível”, explica Priscyla Alves, gerente Windows da área de consummer no Brasil. “A experiência com o programa fica totalmente quebrada”, afirma.

Além disso, segundo ela, o nível de problemas e riscos que o uso de cópias do sistema pode causar é muito elevado. “A perda de dados é comum e o computador fica bem mais frágil contra ataques de hackers em busca de informações valiosas, como senhas pessoais”, ressalta ela, lembrando que a pessoa não terá nenhum tipo de suporte técnico, sendo obrigada a chamar um profissional para ajudá-la a todo pequeno problema que houver.

“Com certeza, esse é um barato que vai custar muito caro ao usuário, bem mais do que se ele investisse num software original, que vai contar com todos os updates da Microsoft, além de suporte integral.”

Priscyla Alves diz ainda que a Microsoft acabou de lançar o Security Essentials, o novo antivírus gratuito da empresa, que protege o computador de vírus, spywares e outros softwares maliciosos. “A combinação dos updates do Security Essentials e do Windows Defender oferece um computador altamente seguro para quem usa programas oficializados”, assegura.

Complementando, ela ressalta ainda os aspectos legais desse processo, “pois pirataria e falsificação são crimes”, enfatiza. Quanto à adoção do sistema por parte de empresas, que poderia ficar excessivamente caro devido ao custo do produto, ela avisa que a Microsoft tem planos corporativos especiais para contratos a partir de cinco licenças de uso.

SISTEMA OPERACIONAL

Como ocorre a migração


Loja Extra, do Belvedere, que funciona 24 horas, foi a primeira a oferecer o software em Minas, nos primeiros minutos do dia 22. Computadores equipados com novo sistema também já estão nas vitrines

 

Os usuários do sistema operacional Windows XP terão, caso queiram migrar para o Windows 7, de fazer uma reinstalação completa. A Microsoft passou, nos últimos tempos, oferecendo upgrades apenas aos compradores de máquinas instaladas com o Vista. Ou seja, quem tem o XP e vai pôr o Win 7, terá de agir como se estivesse instalando um OS pela primeira vez, lembrando que vai ter ainda de fazer back up de todos os  seus arquivos para, posteriormente, levá-los novamente para o computador.

A própria página do XP, oferecida no site oficial da Microsoft, mostra somente o Vista como opção de upgrade.

Não deixa de ser uma certa desconsideração com os usuários do XP, lançado no fim de 2001. Afinal, foram eles os responsáveis pela liderança do sistema no Brasil, acompanhando principalmente o grande crescimento na vendas de PCs e laptops ocorrida nos últimos anos.

Sem contar que serviu de suporte ao fracasso do Vista e às frustrações de quem tinha apostado na então novidade e se viu obrigado a retornar ao velho e bom XP, que depois de diversas atualizações e de três pacotes de correção (os chamados Service Packs), manteve-se estável e atendendo as expectativas de usuários domésticos e empresariais.

Apesar de sua utilidade, não há como negar a grande distância tecnológica entre os dois sistemas – lembrando que as mudanças mais significativas começaram a ser implementadas no Vista –, o que prejudica a atualização direta entre o XP e o Win 7. Mas poderia-se ter pensado num meio-termo, de forma a que a política adotada não passasse a ter uma conotação de descaso. Afinal, de acordo com a Net Appplications, empresa de consultoria e estatísticas, o XP está em 70% de todos os computadores, enquanto o Vista em apenas 18,6%.

Ou seja, levando-se em conta que o Win 7 deve ser totalmente aprovado e, portanto, com o correr dos anos dará motivos de sobra para uma migração, o caminho para esses 70% de usuários será partir do zero para uma instalação.

Para a Microsoft, o processo de migração do XP para o Win 7 é bem simples e não oferece qualquer dificuldade. “O único problema que, de fato, existe é a necessidade de fazer back up dos arquivos. Fora esse inconveniente, a instalação é rápida e fácil”, afirma Priscyla Alves.

Ela destaca que, para quem tiver alguma dúvida ou quiser outras informações, a Microsoft colocou à disposição o seu serviço 0800, pelo qual o usuário tem, inclusive, um passo a passo para a fazer a migração. “E ele pode ter certeza de que seus equipamentos periféricos, como impressora, mesmo se mais antigos, funcionarão perfeitamente. Se houver algum problema inicial, basta reinstalar o CD do equipamento que ele voltará trabalhar normalmente”, diz.

VISTA

Para quem tem o Vista instalado, migrar para o Windows 7 dá menos trabalho. Isso porque o upgrade é automático. O sistema, segundo Priscyla Alves, conta com uma caixinha específica que age como um processo de transferência de dados. Ou seja, não é preciso fazer back up dos arquivos antes de instalar o novo OS.

A penalização para usuários do Vista é que eles não terão qualquer benefício financeiro para migrar, tendo de pagar o mesmo valor pelo software de quem se manteve fiel ao XP. Na época da apresentação do Vista, em 2007, a Microsoft oferecia duas versões, com preços diferenciados. Assim, quem já usava o XP e fosse migrar para o Vista pagava menos por uma versão de atualização.

Era uma política adotada pela empresa como forma de incentivar o uso das novas versões de seus softwares, que, pelo visto, não foi levada em consideração agora.

FONTE: K Chorrão.

Windows 7

Setembro 16, 2009

Conheça o Windows 7, a nova aposta da Microsoft

Novo sistema operacional que deve chegar às lojas neste ano.
Confira as mudanças, vantagens e desvantagens da novidade.

A Microsoft acertou a mão no Windows XP, que é o sistema operacional mais usado do mercado e com maior índice de aceitação. Questões importantes de segurança sempre perseguiram o sistema, entretanto a facilidade de uso e a estabilidade o colocaram em lugar de destaque. Seu sucessor, o Windows Vista não obteve o mesmo êxito: não caiu no gosto dos usuários ou das empresas. A empresa agora aposta suas fichas no Windows 7, sistema operacional que recentemente saiu da fase release candidate (versão candidata a final, que serve para usuários avançados e técnicos testarem, apontando falhas e pontos de melhoria) e está praticamente pronto para o lançamento no mercado.

Um dos grandes calcanhares de Aquiles do Windows Vista era o desempenho em computadores menos potentes, pois requer processadores de ponta e um bom volume de memória RAM, pelo menos 1GB. Ele é muito oneroso para computadores mais limitados e completamente inviáveis para os populares netbooks (notebooks ultraportáteis). Por isso um dos pré-requisitos do Windows 7 é ser mais leve e, portanto, rodar até em netbooks.

Foto: Reprodução

Windows 7 tem interface parecida com a de seu antecessor, o Windows Vista, mas apresenta melhores recursos visuais. O papel de parede muda de tempos em tempos. (Foto: Reprodução )

Testes

Eu testei a versão Entreprise, que tem todas as funcionalidades da versão completa e foi liberada para que as pessoas possam experimentar o sistema por 90 dias. É possível baixar esta versão acessando este link. Seu desempenho foi satisfatório para uso de internet (navegação, comunicadores, transferência de arquivos e acesso a conteúdos multimídia como áudio, vídeo e animações), além de aplicativos para escritório, como os programas Word, Excel e PowerPoint.

Esses testes foram executados em três computadores. O primeiro com processador AMD de 1,8 GHz, 512 MB de memória RAM, processador Intel Dual Core com 2,4 GHz e 2 GB de memória. O segundo, com processador Intel Quad Core de 2,8 GHz com 4 GB de RAM. Dei mais atenção ao computador mais limitado, para descobrir se a promessa da Microsoft em criar um sistema leve para computadores mais modestos era verdade.

No caso do notebook com Intel Centrino Dual Core, tive evidências de forma mais enfática da melhora no desempenho. O tempo de abertura dos aplicativos foi reduzido em média 40% e a experiência de uso (sensação de agilidade durante o uso dos aplicativos) é melhor no novo sistema. Essa melhora de desempenho se deve, em partes, à redução no número de aplicativos e serviços que são iniciados de forma automática. O sistema utiliza menos recursos e, por conseqüência, gera a sensação de maior velocidade para o usuário.

Recursos visuais

Sempre que surge um novo aplicativo ou sistema, muitos se preocupam em saber como está sua aparência. O Windows 7 traz mudanças sutis em relação a seu antecessor. Uma característica marcante do Vista foram os ícones grandes e bem trabalhados/detalhados.

Foto: Reprodução

Os ícones podem ser configurados de forma a ficarem enormes. O tamanho exibido na imagem ainda não é o maior possível e, mesmo assim, eles não perdem qualidade. Ideal para usar em dispositivos touchscreen, ou sensíveis ao toque. (Foto: Reprodução )

Isso fica mais evidente no 7 com a barra do iniciar mais grossa e com uma organização um pouco diferente. A inicialização rápida – aqueles atalhos que ficam ao lado do botão iniciar – teve sensível aprimoramento de funcionalidade. Os aplicativos ali dispostos efetivamente se iniciam mais rapidamente.

Existem mudanças também no menu de contexto, que é apresentado quando clicamos com o botão direito do mouse sobre um atalho. Ele sempre foi genérico, e ganhou uma nova finalidade no Windows 7. Ele está contextualizado com o aplicativo. Por exemplo no Internet Explorer que, ao clicar com o botão direito do mouse, mostra uma lista das últimas paginas acessadas, ou mesmo o Windows Media Player que mostra as ultimas músicas ou filmes vistos no PC.

A vantagem deste recurso é reduzir a quantidade de cliques para, por exemplo, abrir um documento fechado recentemente do Word. Basta clicar com o botão direito do mouse no ícone do Word da barra de inicialização rápida e selecionar o documento na lista.

Foto: Reprodução

Ao parar o mouse sobre um grupo de programas minimizados, o sistema mostra miniaturas reais dos aplicativos. Na imagem são três Windows Explorer abertos. (Foto: Reprodução )

Interessante também é o que ocorre ao minimizar diversas janelas de um mesmo aplicativo. O sistema as agrupa e, ao passar o mouse sobre o grupo, miniaturas do conteúdo de cada janela são exibidas.

Visualmente também existe uma diferença simples, mas com bastante impacto. Quase não existe diferença visual entre os programas minimizados e a barra de inicialização rápida. Isso traz uma sensação ao usuário – pelo menos foi o que aconteceu comigo – de que os programas de inicialização rápida já estão em execução e minimizados.

Foto: Reprodução/About.com

Repare no contorno das janelas. Para ativar o recurso, basta clicar em um pequeno ícone a direita do relógio. (Foto: Reprodução/About.com )

O Aero, que gerou bastante impacto no Vista, ganhou novidades interessantes. A primeira delas chama-se Aero Peek, um recurso que deixa transparente as janelas abertas para que o usuário veja a área de trabalho sem ter de minimizar nada. Outro recurso é o Aero Shake, que deixa visível apenas a janela em uso, caso você “agite-a” na tela. As demais telas são automaticamente minimizadas. Agitando-a novamente, as telas voltam. A tecla atalho para o recurso é Windows + Home.

Outro recurso que preza para organização e agilidade na utilização das janelas é o de Ajustar as telas. Ele funciona assim: aproximando uma janela de um dos cantos do monitor, o sistema a ajusta – em largura e altura – automaticamente. Fazendo essa tarefa com diversas janelas, cria-se um mosaico organizado na tela com todas as janelas em tamanhos visíveis.

O uso do recurso pode ser feito via teclado, em qualquer janela. A combinação tecla do Windows + Seta para direita ou esquerda fixa a tela num dos cantos, algo bastante útil para manter janelas lado a lado. Além disso, utilize Tecla do Windows + Seta para cima para maximizar e Tecla do Windows + Seta para baixo para minimizar.

Já em relação aos Temas, o Windows 7 está bem servido. São diversos deles, com esquemas de cores disponíveis. Também há um recurso bem interessante que possibilita a troca automática do papel de parede.

Foto: Reprodução

Troca do papel de parede é feita automaticamente, sem a intervenção do usuário. (Foto: Reprodução )

Aplicativos novos

Os famosos post its, muito usados para organizar (ou bagunçar!) a área de trabalho terão uma ferramenta nativa no Windows 7. Os usuários de Tablet PC, inclusive, poderão fazer notas manuscritas direto nas etiquetas, com o uso da caneta especial para a tela sensível ao toque do Tablet.

O print screen ganhou um aplicativo próprio que permite diversas formas de captura de tela, como tela inteira, partes da tela ou áreas desenhadas — delimitadas — com o mouse.

Foto: Reprodução

Ferramenta de copiar a tela: o Windows conta agora com esse tipo de recurso de forma mais eficiente. (Foto: Reprodução )

O tradicional Paint também foi turbinado com novas ferramentas e a sua interface, aprimorada. Ganhou novos menus e ferramentas que se parecem com o Office 2007. Ainda não dá, no entanto, para comparar o novo Paint com ferramentas como o Paint.net, gratuito, que tem diversas funcionalidades interessantes para a edição de imagens. Se o intuito é editar imagens, esqueça o Paint (ele se limita a abrir, aumentar e reduzir imagens, cortar partes, escrever textos sobre fotos e desenhar formas simples).

Foto: Reprodução

O Paint está mais bonito, mas ainda é bem limitado. (Foto: Reprodução )

O WordPad também foi aditivado, recebendo uma novo visual, mais parecido com o Word 2007. Os usuários que não tiverem o MS Office instalado e não optarem pelo OpenOffice poderão se virar bem com este novo WordPad.

A calculadora, também repaginada, ganhou dois novos modos: Programador e Estatístico. O modo programador faz cálculos binários e tem opções de álgebra booleana (se você não entendeu nada, não se assuste: esta opção é voltada para profissionais de tecnologia). A opção de estatística tem funções de calculo básicos. Ela não substitui a tradicional HP12C para cálculos estatístico e financeiro, mas é uma boa opção no PC. Por fim, a calculadora também ganhou um recurso de conversão de unidades, por exemplo, de pés para metros.

Foto: Reprodução

Calculadora com novos módulos para programadores e estatísticos. (Foto: Reprodução )

O Windows Explorer recebeu também alguma atenção. No Windows Vista ele ficou estranho: quando se manipulava os modos de visualização e ordenação dos arquivos em uma pasta, havia problemas na hora de exibir as imagens corretas no thumbnail. Isso não ocorre no Windows 7. Visualmente, ficou mais organizado e os ícones mostram em detalhes as miniaturas independente da ação do usuário.

Um novo botão adicionado à interface permite dividir a tela em três áreas. A primeira explora o computador, favoritos, rede e etc. A intermediária lista as pastas e arquivos do PC. Clicando sobre um arquivo, o terceiro painel gera uma pré-visualização do arquivo, evitando ter de abrir o arquivo para saber o que tem nele.

Windows Touch

Falei que os ícones do Windows 7 estão visualmente mais bonitos e, principalmente, maiores. Isso se dá para melhorar a usabilidade em telas sensíveis ao toque, tecnologia que estará cada vez mais presente nos computadores e monitores vendidos no mercado. O efeito “iPhone” despertou nas pessoas o desejo por dispositivos controlados com o uso direto das mãos.

O recurso de sensibilidade é multiponto, ou seja, ele percebe o toque em diversos pontos da tela ao mesmo tempo, possibilitando funcionalidades como aumentar e reduzir imagens, como ocorre no smartphone da Apple.

Mudanças técnicas

São muitas as mudanças técnicas presentes no Windows 7. Vou apenas pincelar esse tópico, mas ele será certamente aprofundado em outras colunas, pois aqui moram a grandes vantagens do novo sistema operacional.

O recurso de central de segurança presentes no Windows XP e Vista foi removido do Windows 7. Um novo serviço, que agrega diversas funcionalidades, foi criado em sua substituição: é o Action Center.

Foto: Reprodução

Action Center permite um controle centralizado e mais organizado dos aplicativos de segurança, controle de usuários e atualizações do sistema. (Foto: Reprodução )

Em bom português: A central de ações agrega uma série de aplicações presentes no Windows Vista, como a Central de Contas do Usuário, que gera uma série de notificações de segurança – amplamente gerenciáveis no Windows 7. Também agrega o Windows Update, Firewall, Programa Antivírus e a Central de Cópias de Segurança, entre outros aplicativos.

Com isso, a Microsoft quer unificar todas as notificações do sistema em um único ambiente, evitando aquelas irritantes telas de autorização presentes no Windows Vista, que assustavam o usuário com questionamentos sobre liberação de recursos ou aplicativos.

Entrando na ferramenta > Control Panel > System and Security > Action Center, o sistema exibe uma lista de tudo que precisa ser feito no sistema, separando por nível de severidade. O que antes ficava espalhado em diversas ferramentas fica centralizado em uma única tela.

Versões e preços

O Windows 7 será comercializado em cinco versões: Starter, Home Basic, Home Premium, Professional e Ultimate. A versão Home Basic tem como foco computadores mais limitados. A versão Ultimate chega a ter um pacote com 35 idiomas, possibilitando ao usuário alternar o idioma do sistema. A versão starter é focada em ultra portáteis, como os netbooks.


Os preços sugeridos giram entre US$ 200 e US$ 350 aproximadamente. O que leva a crer que o novo sistema operacional chegará com um preço salgado aqui no Brasil. A previsão de lançamento do Windows 7 é ainda este ano. Segundo o Site da Microsoft, serão disponibilizados kits de atualização para usuários do Windows Vista qualificados (que receberam uma qualificação da empresa) a partir de 22 de outubro.

Pontos negativos

Painel de Controle: O “modo clássico”, que exibia os ícones da mesma maneira que o Windows XP está, por conta da quantidade de ícones, bastante poluída visualmente. Isso não chega exatamente a ser um problema, embora os mais entusiastas possam notar a diferença.

Indexação: O recurso de indexar arquivos para que a busca seja mais rápida ganhou uma pequena melhora em relação ao Windows Vista. O benefício trazido, no entanto, talvez não compense o consumo de recursos do sistema, sobretudo de bateria em usuários de laptops.

Apesar do sistema não iniciar muitos serviços, melhorando o desempenho, alguns recursos sobem desnecessariamente como suporte a Tablet PCs e compartilhamento de rede. Porem, é possível desabilitar esses recursos para economizar melhorar o desempenho do sistema.

Netbook ou Notebook?

Agosto 30, 2009

Netbook ou Notebook?

Com a chegada dos netbooks, aqueles “notebooks pequenininhos”, ao mercado os consumidores estão confusos. Eles são bonitinhos e leves, mas custam quase o mesmo preço de um notebook barato. Vale a pena pagar “mais” por “menos”? Ou é melhor investir em um portátil tradicional? Entenda as diferenças, e vá às compras tranquilo.

Com a queda nos preços, muita gente se prepara para comprar seu primeiro computador portátil ou pensa seriamente em substituir o antigo. Mas, dentre o mar de opções que já existia no mercado, agora há um novo dilema: qual portátil é o melhor, um notebook tradicional, com DVD e tela de 12 ou 14 polegadas, ou um dos novos netbooks, aqueles ultra-portáteis “pequenininhos” que estouraram neste ano com preços bastante convidativos?

A resposta é: depende de para quem você pergunta. Tem gente que acha os netbooks fracos demais se comparados aos portáteis “de verdade”. Outros querem distância dos notebooks pesadões. Mas, qual deles realmente é o melhor?

Tudo é relativo

O primeiro passo na escolha do portátil que você vai comprar é definir o orçamento. Existem bons notebooks no mercado por até R$ 2 mil. Já um netbook, que de longe mais parece um brinquedo de tão pequeno, não sai por menos de R$ 1 mil, mas os modelos mais avançados custam quase R$ 2 mil.

Se o preço é praticamente o mesmo, o que muda então entre os tipos de aparelho? Muda tudo.

O primeiro ponto a se levar em conta é o poder de processamento. Mesmo os notebooks mais modestos, equipados com processadores de entrada como o Intel Celeron ou o AMD Sempron, são bem mais “parrudos” que os netbooks.

O segundo, é o uso que você fará do equipamento. Um netbook se presta a navegar pela web, escrever textos, planilhas e preparar apresentações simples. Até dá para ouvir música em MP3 e assistir a alguns vídeos digitais, mas ele não tem fôlego para muito mais que isso.

Um notebook, por outro lado, é basicamente um computador comum espremido em uma “embalagem” menor. Se estiver equipado com um bom processador e uma quantidade adequada de memória RAM, ele faz praticamente tudo o que um PC de mesa faria, exceto jogos, que demandam recursos mais avançados.

NETBOOKS

A grande sacada dos netbooks é a portabilidade: Com aproximadamente 1 Kg, são aparelhos feitos para carregar dentro da mochila ou da bolsa como se fossem livros, até porque tem o mesmo tamanho de um livro médio. São tão pequenos que podem ser usados apoiados em uma mão, digitando com a outra. É algo importante a considerar se você planeja carregar o micro para onde for o dia inteiro, todo dia.

Os netbooks tem outra vantagem: muitos dos aparelhos vêm equipados com SSDs, uma espécie de “cartão de memória” (como os cartões SD) interno, que substitui o HD. Esse tipo de equipamento é mais leve, mais resistente a quedas e consome menos energia que um HD convencional, mas o “custo por gigabyte” é maior.

Por isso, pelo menos no Brasil, netbooks equipados com SSDs tem capacidade limitada a poucos gigabytes, algo entre 4 e 16 GB. Veja se os arquivos que você quer levar junto com a máquina cabem neste espaço.

Entretanto, alguns netbooks de gerações mais recentes trazem mini-HDs de boa capacidade, como 80 ou 120 GB, e são mais adequados para quem decidiu usar o pequeno computador como máquina principal, aposentando de vez a necessidade de um notebook e reduzindo muito – ou eliminando – a necessidade de um PC convencional.

Isto é, se você não fizer questão de acessar CDs ou DVDs, pois nenhum netbook tem leitor de disco óptico. Para ler ou gravar um disco, você vai precisar de um gravador externo USB. Se você precisa fazer isto com frequência, vá de notebook.

E, é importante não esquecer, os netbooks têm telas que vão de 7 a 9,8 polegadas, e teclados menores que os convencionais. Quem tem problemas para enxergar certamente não conseguirá usar de maneira satisfatória uma máquina dessas, mesmo que venha acompanhada de muitas vantagens. O mesmo pode ser dito de pessoas que tem mãos grandes, que vão demorar a (ou nunca vão conseguir) se acostumar com o teclado menor que o convencional.

NOTEBOOKS

Um bom notebook, com tela maior e peso considerável, já consegue dar conta do recado de praticamente qualquer tarefa que um PC de mesa tira de letra. Até algum tempo atrás, notebooks eram sinônimo de máquinas limitadas e fracas, mas hoje isso não é verdade.

Além de consumir menos energia para funcionar que um PC convencional, os notebooks têm a vantagem de serem portáteis, servir como poderosas máquinas de multimídia – alguns até rodam filmes em Blu-Ray – e, em alguns casos, substituir totalmente os PCs de mesa.

Como os preços dos notebooks básicos estão caindo a cada dia, mesmo com a crise internacional ameaçando catapultar os preços para cima, muita gente decidiu abandonar os desktops em prol dos portáteis. Com telas que vão das compactas 13 polegadas a mais de 20 polegadas, esse tipo de máquina é idel também para quem não quer destruir a decoração da casa com um PC desktop grandalhão, esteticamente incompatível.

Novo navegador GOOGLE CHROME

Setembro 3, 2008

Maio 27, 2008

Notebook popular da Intel ganha nova versão

A Intel apresentou nesta quinta-feira (3) o novo design de seu notebook educacional Classmate PC, em um fórum de desenvolvedores organizado pela empresa em Xangai. A antiga versão dessa máquina venceu a primeira etapa de um pregão do Ministério da Educação para a compra de 150 mil laptops, mas o processo de escolha foi cancelado.

A Intel informou que a nova versão da máquina — apelidada de “netbook”, por conta do acesso à internet — tem duração mais longa de bateria, teclado resistente à água e maior resistência contra choques.

“Somente 5% das crianças do mundo hoje têm acesso a PCs ou à internet”, disse em comunicado à imprensa o diretor da Intel Research, Andrew Chien. “E nós sabemos que a educação é um dos melhores exemplos de como a tecnologia melhora nossas vidas.”

A segunda geração do classmate PC é equipada com processador Intel Celeron M com recursos de rede sem fio Wi-Fi. A versão mais sofisticada da máquina tem tela de cristal líquido de nove polegadas, bateria de seis células, 512 MB de memória, disco rígido de 30 GB e webcam. O equipamento é compatível com Windows XP ou Linux, segundo o comunicado.

Chien disse na nota que versões futuras do Classmate PC virão equipadas com o processador Atom da empresa, que tem recursos de consumo reduzido de energia e é projetado com capacidades de comunicação sem fio. Os valores sugeridos das máquinas variam de US$ 300 a US$ 500, segundo informações da agência de notícias Associated Press.