Setembro 7, 2009 por freitasinformatica

1

Dicionário de Informática

A

ADSL

Do Inglês Asymmetric Digital Subscriber Line. Sistema que permite a utilização das linhas telefônicas para transmissão de dados em velocidades maiores que as permitidas por um modem convencional.

Adware

Do Inglês Advertising Software. Software especificamente projetado para apresentar propagandas. Constitui uma forma de retorno financeiro para aqueles que desenvolvem software livre ou prestam serviços gratuitos. Pode ser considerado um tipo de spyware, caso monitore os hábitos do usuário, por exemplo, durante a navegação na Internet para direcionar as propagandas que serão apresentadas.

Antivírus

Programa ou software especificamente desenvolvido para detectar, anular e eliminar de um computador vírus e outros tipos de código malicioso.

Atacante

Pessoa responsável pela realização de um ataque. Veja também Ataque.

Ataque

Tentativa, bem ou mal sucedida, de acesso ou uso não autorizado a um programa ou computador. Também são considerados ataques as tentativas de negação de serviço.

B

Backdoor

Programa que permite a um invasor retornar a um computador comprometido. Normalmente este programa é colocado de forma a não ser notado.

Banda

Veja Largura de banda.

Bandwidth

Veja Largura de banda.

Blacklist

Lista de e-mails, domínios ou endereços IP, reconhecidamente fontes de spam. Geralmente, utiliza-se este recurso (blacklist) para bloquear os e-mails suspeitos de serem spam, no servidor de e-mails. Em alguns casos, os filtros configurados no programa leitor de e-mails também podem utilizar blacklists.

Boato

E-mail que possui conteúdo alarmante ou falso e que, geralmente, tem como remetente ou aponta como autora da mensagem alguma instituição, empresa importante ou órgão governamental. Através de uma leitura minuciosa deste tipo de e-mail, normalmente, é possível identificar em seu conteúdo mensagens absurdas e muitas vezes sem sentido.

Bot

Programa que, além de incluir funcionalidades de worms, sendo capaz de se propagar automaticamente através da exploração de vulnerabilidades existentes ou falhas na configuração de softwares instalados em um computador, dispõe de mecanismos de comunicação com o invasor, permitindo que o programa seja controlado remotamente. O invasor, ao se comunicar com o bot, pode orientá-lo a desferir ataques contra outros computadores, furtar dados, enviar spam, etc.

Botnets

Redes formadas por diversos computadores infectados com bots. Podem ser usadas em atividades de negação de serviço, esquemas de fraude, envio de spam, etc.

C

Cable modem

Modem projetado para operar sobre linhas de TV a cabo.

Cavalo de tróia

Programa, normalmente recebido como um “presente” (por exemplo, cartão virtual, álbum de fotos, protetor de tela, jogo, etc), que além de executar funções para as quais foi aparentemente projetado, também executa outras funções normalmente maliciosas e sem o conhecimento do usuário.

Código malicioso

Termo genérico que se refere a todos os tipos de programa que executam ações maliciosas em um computador. Exemplos de códigos maliciosos são os vírus, worms, bots, cavalos de tróia, rootkits, etc.

Comércio eletrônico

Também chamado de e-commerce, é qualquer forma de transação comercial onde as partes interagem eletronicamente. Conjunto de técnicas e tecnologias computacionais utilizadas para facilitar e executar transações comerciais de bens e serviços através da Internet.

Comprometimento

Veja Invasão.

Conexão segura

Conexão que utiliza um protocolo de criptografia para a transmissão de dados, como por exemplo, HTTPS ou SSH.

Correção de segurança

Correção especificamente desenvolvida para eliminar falhas de segurança em um software ou sistema operacional.

Criptografia

Ciência e arte de escrever mensagens em forma cifrada ou em código. É parte de um campo de estudos que trata das comunicações secretas. É usada, dentre outras finalidades, para: autenticar a identidade de usuários; autenticar transações bancárias; proteger a integridade de transferências eletrônicas de fundos, e proteger o sigilo de comunicações pessoais e comerciais.

D

DDoS

Do Inglês Distributed Denial of Service. Ataque de negação de serviço distribuído, ou seja, um conjunto de computadores é utilizado para tirar de operação um ou mais serviços ou computadores conectados à Internet. Veja Negação de serviço.

DNS

Do Inglês Domain Name System. Serviço que traduz nomes de domínios para endereços IP e vice-versa.

DoS

Do Inglês Denial of Service. Veja Negação de serviço.

E

E-commerce

Veja Comércio eletrônico.

Endereço IP

Este endereço é um número único para cada computador conectado à Internet, composto por uma seqüência de 4 números que variam de 0 até 255, separados por “.”. Por exemplo: 192.168.34.25.

Engenharia social

Método de ataque onde uma pessoa faz uso da persuasão, muitas vezes abusando da ingenuidade ou confiança do usuário, para obter informações que podem ser utilizadas para ter acesso não autorizado a computadores ou informações.

Exploit

Programa ou parte de um programa malicioso projetado para explorar uma vulnerabilidade existente em um software de computador.

F

Falsa identidade

Ato onde o falsificador atribui-se identidade ilegítima, podendo se fazer passar por outra pessoa, com objetivo de obter vantagens indevidas, como por exemplo, obter crédito, furtar dinheiro de contas bancárias das vítimas, utilizar cartões de crédito de terceiros, entre outras.

Filtro anti-spam

Programa que permite separar os e-mails conforme regras pré-definidas. Originalmente era utilizado para o gerenciamento das caixas postais. No entanto, com o crescimento do volume de spams na rede, tornou-se um importante recurso técnico para a seleção de e-mails válidos, dentre os diversos spams recebidos.

Firewall

Dispositivo constituído pela combinação de software e hardware, utilizado para dividir e controlar o acesso entre redes de computadores.

Firewall pessoal

Software ou programa utilizado para proteger um computador contra acessos não autorizados vindos da Internet. É um tipo específico de firewall.

G

Greylisting

Termo que refere-se a um método de filtragem de spams, implantado diretamente no servidor de e-mails, que recusa temporariamente um e-mail e o recebe somente quando ele é reenviado. Servidores de e-mails legítimos, que se comportam de maneira correta e de acordo com as especificações dos protocolos, sempre reenviam as mensagens. Este método parte do princípio que spammers raramente utilizam servidores legítimos e, portanto, não reenviam suas mensagens.

H

Harvesting

Técnica utilizada por spammers, que consiste em varrer páginas Web, arquivos de listas de discussão, entre outros, em busca de endereços de e-mail.

Hoax

Veja Boato.

HTML

Do Inglês HyperText Markup Language. Linguagem universal utilizada na elaboração de páginas na Internet.

HTTP

Do Inglês HyperText Transfer Protocol. Protocolo usado para transferir páginas Web entre um servidor e um cliente (por exemplo, o browser).

HTTPS

Quando utilizado como parte de uma URL, especifica a utilização de HTTP com algum mecanismo de segurança, normalmente o SSL.

I

Identity theft

Veja Falsa identidade.

IDS

Do Inglês Intrusion Detection System. Programa, ou um conjunto de programas, cuja função é detectar atividades maliciosas ou anômalas.

Invasão

Ataque bem sucedido que resulte no acesso, manipulação ou destruição de informações em um computador.

Invasor

Pessoa responsável pela realização de uma invasão (comprometimento). Veja também Invasão.

IP

Veja Endereço IP.

K

Keylogger

Programa capaz de capturar e armazenar as teclas digitadas pelo usuário no teclado de um computador. Normalmente, a ativação do keylogger é condicionada a uma ação prévia do usuário, como por exemplo, após o acesso a um site de comércio eletrônico ou Internet Banking, para a captura de senhas bancárias ou números de cartões de crédito.

L

Largura de banda

Quantidade de dados que podem ser transmitidos em um canal de comunicação, em um determinado intervalo de tempo.

M

Malware

Do Inglês Malicious software (software malicioso). Veja Código malicioso.

Modem

Dispositivo que permite o envio e recebimento de dados utilizando as linhas telefônicas.

N

Negação de serviço

Atividade maliciosa onde o atacante utiliza um computador para tirar de operação um serviço ou computador conectado à Internet.

Netiqueta

Conjunto de normas de conduta para os usuários da Internet, definidas no documento RFC 1855: Netiquette Guidelines.

Número IP

Veja Endereço IP.

O

Opt-in

Regra de envio de mensagens que define que é proibido mandar e-mails comerciais/spam, a menos que exista uma concordância prévia por parte do destinatário. Veja também Soft opt-in.

Opt-out

Regra de envio de mensagens que define que é permitido mandar e-mails comerciais/spam, mas deve-se prover um mecanismo para que o destinatário possa parar de receber as mensagens.

P

Patch

Veja Correção de segurança.

Phishing

Também conhecido como phishing scam ou phishing/scam. Mensagem não solicitada que se passa por comunicação de uma instituição conhecida, como um banco, empresa ou site popular, e que procura induzir usuários ao fornecimento de dados pessoais e financeiros. Inicialmente, este tipo de mensagem induzia o usuário ao acesso a páginas fraudulentas na Internet. Atualmente, o termo também se refere à mensagem que induz o usuário à instalação de códigos maliciosos, além da mensagem que, no próprio conteúdo, apresenta formulários para o preenchimento e envio de dados pessoais e financeiros.

Porta dos fundos

Veja Backdoor.

Proxy

Servidor que atua como intermediário entre um cliente e outro servidor. Normalmente é utilizado em empresas para aumentar a performance de acesso a determinados serviços ou permitir que mais de uma máquina se conecte à Internet.

Proxy Aberto

Proxy mal configurado que pode ser abusado por atacantes e utilizado como uma forma de tornar anônimas algumas ações na Internet, como atacar outras redes ou enviar spam.

R

Rootkit

Conjunto de programas que tem como finalidade esconder e assegurar a presença de um invasor em um computador comprometido. É importante ressaltar que o nome rootkit não indica que as ferramentas que o compõem são usadas para obter acesso privilegiado (root ou Administrator) em um computador, mas sim para manter o acesso privilegiado em um computador previamente comprometido.

S

Scam

Esquemas ou ações enganosas e/ou fraudulentas. Normalmente, têm como finalidade obter vantagens financeiras.

Scan

Técnica normalmente implementada por um tipo de programa, projetado para efetuar varreduras em redes de computadores. Veja Scanner.

Scanner

Programa utilizado para efetuar varreduras em redes de computadores, com o intuito de identificar quais computadores estão ativos e quais serviços estão sendo disponibilizados por eles. Amplamente utilizado por atacantes para identificar potenciais alvos, pois permite associar possíveis vulnerabilidades aos serviços habilitados em um computador.

Screenlogger

Forma avançada de keylogger, capaz de armazenar a posição do cursor e a tela apresentada no monitor, nos momentos em que o mouse é clicado, ou armazenar a região que circunda a posição onde o mouse é clicado. Veja também Keylogger.

Senha

Conjunto de caracteres, de conhecimento único do usuário, utilizado no processo de verificação de sua identidade, assegurando que ele é realmente quem diz ser.

Site

Local na Internet identificado por um nome de domínio, constituído por uma ou mais páginas de hipertexto, que podem conter textos, gráficos e informações multimídia.

Soft opt-in

Regra semelhante ao opt-in, mas neste caso prevê uma exceção quando já existe uma relação comercial entre remetente e destinatário. Desta forma, não é necessária a permissão explícita por parte do destinatário para receber e-mails deste remetente. Veja Opt-in.

Spam

Termo usado para se referir aos e-mails não solicitados, que geralmente são enviados para um grande número de pessoas. Quando o conteúdo é exclusivamente comercial, este tipo de mensagem também é referenciada como UCE (do Inglês Unsolicited Commercial E-mail).

Spamcop

Instituição que oferece diversos serviços anti-spam, sendo o mais conhecido o que permite reclamar automaticamente de spams recebidos.

Spammer

Pessoa que envia spam.

Spam Zombie:

Computador infectado por código malicioso, capaz de transformar o sistema do usuário em um servidor de e-mail para envio de spam. Em muitos casos, o usuário do computador infectado demora a perceber que seu computador está sendo usado por um invasor para este fim.

Spyware

Termo utilizado para se referir a uma grande categoria de software que tem o objetivo de monitorar atividades de um sistema e enviar as informações coletadas para terceiros. Podem ser utilizados de forma legítima, mas, na maioria das vezes, são utilizados de forma dissimulada, não autorizada e maliciosa.

SSH

Do Inglês Secure Shell. Protocolo que utiliza criptografia para acesso a um computador remoto, permitindo a execução de comandos, transferência de arquivos, entre outros.

SSL

Do Inglês Secure Sockets Layer. Protocolo que fornece confidencialidade e integridade na comunicação entre um cliente e um servidor, através do uso de criptografia. Veja também HTTPS.

T

Time zone

Fuso horário.

Trojan horse

Veja Cavalo de tróia.

U

UBE

Do inglês Unsolicited Bulk E-mail. Termo usado para se referir aos e-mails não solicitados enviados em grande quantidade.

UCE

Do inglês Unsolicited Commercial E-mail. Termo usado para se referir aos e-mails comerciais não solicitados.

URL

Do Inglês Universal Resource Locator. Seqüência de caracteres que indica a localização de um recurso na Internet, como por exemplo, http://cartilha.cert.br/.

V

Vírus

Programa ou parte de um programa de computador, normalmente malicioso, que se propaga infectando, isto é, inserindo cópias de si mesmo e se tornando parte de outros programas e arquivos de um computador. O vírus depende da execução do programa ou arquivo hospedeiro para que possa se tornar ativo e dar continuidade ao processo de infecção.

Vulnerabilidade

Falha no projeto, implementação ou configuração de um software ou sistema operacional que, quando explorada por um atacante, resulta na violação da segurança de um computador.

W

Web bug

Imagem, normalmente muito pequena e invisível, que faz parte de uma página Web ou de uma mensagem de e-mail, e que é projetada para monitorar quem está acessando esta página Web ou mensagem de e-mail.

Whitelist

Lista de e-mails, domínios ou endereços IP, previamente aprovados e que, normalmente, não são submetidos aos filtros anti-spam configurados.

Worm

Programa capaz de se propagar automaticamente através de redes, enviando cópias de si mesmo de computador para computador. Diferente do vírus, o worm não embute cópias de si mesmo em outros programas ou arquivos e não necessita ser explicitamente executado para se propagar. Sua propagação se dá através da exploração de vulnerabilidades existentes ou falhas na configuração de softwares instalados em computadores.

Z

Zombie

Veja Spam Zombie.

Saiba como responder às perguntas de uma entrevista de emprego

Setembro 3, 2009 por freitasinformatica

emprego



Saiba como responder (bem!) às perguntas de uma entrevista de emprego


FONTE: Catho online

Você está ali, cara a cara com o avaliador, aquele que decidirá se o emprego será seu ou não. Enquanto você acompanha os ponteiro do relógio, o interrogatório começa. Como responder “certo” e saber se a impressão passada será boa? Ser sincera, exagerar, omitir, mentir – o que fazer para conquistar a vaga? Se o candidato não estiver preparado, as perguntas do recrutador podem se tornar verdadeiras armadilhas.

Omitir pode, mentir jamais

Camila Mariano, consultora de Recursos Humanos da Catho, afirma que esta etapa do processo seletivo é um momento muito importante, em que o gestor da empresa vai conhecer o candidato mais a fundo e ver se ele se encaixa no perfil que procuram. “Por este motivo, nunca se deve mentir”, enfatiza.

Silvana Case, vice-presidente executiva do grupo Catho, concorda com Camila: “Mentir, jamais! A verdade é a única resposta válida. Omitir pode ser viável, caso algo não lhe seja questionado. Causar uma boa primeira impressão se faz necessário sempre com uma boa dose de marketing, mas vale lembrar que marketing e mentira não são sinônimos”, assevera Silvana.

“Honestidade e sinceridade são essenciais. Ninguém é perfeito. O candidato deve saber que há pontos a desenvolver, entender quais são e ser franco o suficiente para admiti-los”

Prepare-se antes

Segundo Camila Mariano, os avaliadores querem identificar e comprovar as competências da pessoa. “Em geral, pedem-se situações em que o candidato possa mostrar ações e iniciativa”, explica. A consultora ressalta que se preparar antes para saber o que responder na hora da entrevista é válido e muito vantajoso. “Fazer uma lista, tendo em mente aquelas questões mais comuns, e já pensar no que dizer deixa a pessoa mais segura e menos nervosa no dia”, garante.

Dentro desta preparação, deve-se incluir uma boa pesquisa sobre a companhia. “Ao mesmo tempo em que o candidato é avaliado pela empresa, ele também precisa avaliá-la para saber se realmente quer trabalhar ali. Por isso, procurar o máximo possível de informações é fundamental, inclusive aspectos culturais da organização e o estilo de gestão”, esclarece Marina Vergili, diretora da empresa de Recursos Humanos Transition RH. Quanto mais informações se tem, mais será possível direcionar perguntas e impressionar o entrevistador.

- Fale sobre você. Quais são seus pontos fortes (qualidades) e fracos (defeitos)?

Essa é a hora de fazer o marketing pessoal. Destaque qualidades que interessem à empresa, de maneira direta. Segundo as consultoras, o candidato precisa mostrar que possui um autoconhecimento real. “Conheça a si mesma e tenha pronto em mente um resumo sobre como você se vê”, indica Silvana Case.

E nem pense em omitir os defeitos ou citar “perfeccionismo” como ponto fraco: esse tipo de resposta não cola mais! “Honestidade e sinceridade são essenciais. Ninguém é perfeito. O candidato deve saber que há pontos a desenvolver, entender quais são e ser franco o suficiente para admiti-los. Não adianta esconder os pontos fracos, pois o avaliador poderá perceber boa parte deles na entrevista”, aponta Marina Vergili. “É importante mostrar como pode resolver isso e o que está fazendo ou pretende fazer para melhorar”, acrescenta Camila Mariano.

- Por que devemos contratá-lo? Como você poderá contribuir para o desenvolvimento e crescimento da empresa?

Marina Vergili explica que o recrutador quer medir qual o entendimento que o candidato tem de si mesmo e da empresa. “Ele quer saber por que o entrevistado quer trabalhar ali e por que quer aquela posição”, define. Mais uma vez, destaque seus pontos positivos, mas sem deixar a apresentação repetitiva. Informe como pode trazer benefícios ao trabalho. Neste momento, é interessante deixar claro que conhece bem a empresa – claro, se realmente pesquisou sobre ela. “Por isso a pesquisa prévia é importante. Ela pode ser feita através de internet, revistas, conversas com pessoas que trabalham ou trabalharam lá”, reforça a diretora da Transition RH.

- Quais são seus objetivos? Como você se vê em cinco anos?

O avaliador quer saber o que você espera da empresa e do cargo para ver se a vaga se encaixa a você. Foque somente nas espectativas profissionais, nada de “pretendo me casar e ter dois filhos”. “Diga o que pretende fazer na sua área e mostre que tem interesse em um plano de carreira definido”, aconselha Camila Mariano, da Catho. Seja específico e objetivo. Se quer ser gerente em determinada área, diga exatamente isso. Demonstrar ambição é bom, mas não exagere na dose: muito provavelmente você não conseguirá a presidência da companhia em cinco anos, por mais que deseje isso.

- Fale sobre realizações e resultados que você tenha alcançado em sua carreira ou último emprego.

A pergunta é bem direta, mas algumas pessoas se enrolam porque não têm experiência profissional suficiente. Neste caso, o candidato pode falar de alguma idéia sua que tenha sido aproveitada, de um trabalho que foi positivo ou elogiado, ou de algo que tenha ressaltado sua eficiência de alguma forma – seja em um emprego, em um estágio ou mesmo na vida acadêmica. “Se o profissional conseguiu desempenhar um projeto ou uma tarefa importante em menos tempo, ou com menos custo, isso já um resultado positivo”, menciona Camila.

- Descreva uma situação difícil que teve que enfrentar. Como fez para resolvê-la?

Com esta pergunta, o candidato mostra como reage diante de obstáculos e problemas, como se comporta (se entra em desespero, por exemplo) e se tem criatividade para resolver ou lidar com a situação. “Quem não tem uma boa história profissional para contar pode falar de uma situação pessoal mesmo, que seja relevante, e que tenha superado bem – se perder em uma cidade desconhecida, por exemplo”, diz Marina Vergili, da Transition RH. A vice-diretora executiva da Catho, Silvana Case, dá mais um conselho: “Tenha em mente que em nosso cotidiano enfrentamos situações diversas e eleja a menos comprometedora para você. Evite falar de situações que envolvam questões políticas, religiosas e com conotações sexuais”.

- Como você avalia a empresa em que trabalha ou trabalhou? Por qual motivo você saiu (ou quer sair) dela?

A regra aqui é: jamais falar mal da antiga empresa ou dos ex-colegas, nem sob tortura! De acordo com Camila Mariano, não se deve enfatizar os problemas da companhia, mas sim os pontos positivos – o que conquistou neste trabalho, o que aprendeu etc. Sobre o motivo da saída, não minta em hipótese alguma. “As referências serão levantadas pela empresa, então, se você pediu demissão ou foi demitido, diga a verdade e explique de forma clara as razões”, recomenda Marina Vergili

// // <![CDATA[
//<![CDATA[
var m3_u = 'http://a.bolsademulher.com/www/delivery/ajs.php';
var m3_r = Math.floor(Math.random()*99999999999);
if (!document.MAX_used) document.MAX_used = ',';
document.write ("");
//
// ]]> Você prefere trabalhar sozinho ou em equipe?

Mostre-se disposto a trabalhar sob qualquer uma dessas condições. É claro que isso vai depender do momento e do cargo que você exercerá. Na maioria das áreas, há tarefas que são mais bem desempenhadas em equipe e outras que são mais produtivas quando feitas por apenas um profissional. “Mas querer trabalhar individualmente, sempre, não é um bom sinal. Pode demonstrar dificuldade de relacionamento, egoísmo”, ressalta Silvana Case.

- Qual sua pretensão salarial?

Se ainda não se falou sobre salário até então, é comum que o próprio gestor, neste momento, toque no assunto e já diga quanto você ganhará se for contratado, segundo Camila Mariano. Se isso não acontecer e ele fizer a pergunta, mencione o seu último salário para usá-lo como parâmetro. Marina Vergili, no entanto, aconselha o candidato a fazer, antes, a avaliação do quanto realmente precisa para viver bem (sendo realista) e, ao dizer o resultado ao entrevistador, deixar claro que este valor pode ser negociável.

- Você estaria disposto a mudar de cidade ou país? E trabalhar além do horário de trabalho?

Para Silvana Case, esta é uma questão importante. Se a empresa e o cargo requerem viagens ou mudanças, você deve se preparar para tal. “Em uma empresa localizada em diversos estados e cidades, ocorrer uma transferência (às vezes com uma promoção junto) é usual; porém, se por questões de foro íntimo não houver esta disponibilidade, seja honesto e, sucintamente, explique a razão”, recomenda.

Sobre trabalhar além do horário, Silvana argumenta que a necessidade de ficar na empresa além do expediente normal é cada vez mais comum e é preciso estar atento: “Quem trabalha contando os minutos que faltam para sua saída está com seus dias contados no competitivo e globalizado universo corporativo. Mas é claro que limites existem e devem ser respeitados, principalmente se o profissional estuda ou faz cursos de atualização à noite”.

- Por que você escolheu essa carreira?

Fale a verdade: seja por influência dos pais, amigos, interesse pessoal, sonho antigo ou porque foi a opção do momento. Mas, acima de tudo, mostre que ama o que faz. “E se não amar, melhor buscar alternativas, pois terá cada vez mais dificuldades de competir e ganhar daqueles que amam o que fazem”, recorda Silvana. Ela ressalta que demonstrar negativismo, em qualquer ocasião da entrevista, é prejudicial. “Uma empresa contrata um profissional para resolver sua necessidade. Mostre alto astral sempre – ele faz toda diferença e pode mover montanhas. Todos gostamos de ter na equipe pessoas positivas”, afirma.

- O que você costuma fazer no seu tempo livre?

Esta pergunta serve para verificar o nível cultural do candidato. “Assim, o recrutador vê se ele está dentro do perfil dos outros funcionários da organização e em que hábitos está inserido”, explica a consultora de Recursos Humanos da Catho. Mas não só isso. A diretora da Transition RH conta que algumas perguntas, como a que pede para falar dos hobbies do candidato, são bastante estratégicas: “A forma como a pessoa gerencia sua vida pessoal e social também pode dizer muito de como ela gerencia sua carreira. Da mesma forma, há empresas que desejam saber sobre o lazer dos funcionários porque não desejam que eles se portem como workaholics, que vivem 25 horas por dia em função do trabalho”, conclui Marina. A vice-diretora executiva da Catho, Silvana Case, sugere que trabalhos voluntários devem sempre ser mencionados – se você realmente os fizer, é claro.

Setembro 1, 2009 por freitasinformatica

fotos

Invente o que quiser com suas fotos digitais

Dá até para assumir o corpo de quem você quiser!

Tão simples quanto tirar fotografias digitais, deve ser a edição das imagens produzidas na câmera. É por isso que muitos sites na Internet transformaram-se em verdadeiros editores de imagens, leves, divertidos e fáceis de usar. Conheça alguns deles:

Face in hole
Photofunia
Yearbook Yourself

Entendendo rede wireless

Setembro 1, 2009 por freitasinformatica

Introdução
Wireless (sem fios) é um tipo de conexão para transmitir dados sem utilizar cabos ou fios, ou seja, é um tipo de conexão onde o ar é o transmissor da informação enviada/recebida pelos dispositivos.
Assim como nós conseguimos ouvir o som, também podemos fazer uma ligação através de Wireless com alguns dispositivos e estabelecer um compartilhamento de dados.
Existem vários tipos de tecnologias Wireless, por exemplo, Wi-Fi, Infrared (infravermelho), bluetooth e Wi-Max.
Veremos adiante mais informações nos Princípios de conexões Wireless.

Desenvolvimento

1- Princípios
As Redes sem fio ou Wireless surgiram da mesma forma que muitas outras tecnologias, no meio militar.
Havia a necessidade de programar um método simples e seguro para troca de informações em ambiente de combate. O tempo passou e a tecnologia evoluiu, deixando de ser restrita ao meio militar e se tornou acessível a empresas, faculdades e ao usuário doméstico.
Nos dias de hoje podemos pensar em redes wireless como uma alternativa bastante interessante em relação às redes cabeadas, embora ainda com custo elevado. Suas aplicações são muitas e variadas e o fato de ter a mobilidade como principal característica, tem facilitado sua aceitação, principalmente nas empresas.
A evolução dos padrões oferecendo taxas de transmissão comparáveis a Fast Ethernet, por exemplo, torna as redes wireless uma realidade cada vez mais presente.
WLANs usam ondas de radio para transmissão de dados. Comumente podem transmitir na faixa de freqüência 2.4 GHz (Não licenciada) ou 5 GHz.
Existe uma grande diversidade de redes dessa área, que são:
Redes Locais sem Fio ou WLAN (Wireless Local Area Network), Redes Metropolitanas sem Fio ou WMAN (Wireless Metropolitan Area Network), Redes de Longa Distância sem Fio ou WWAN (Wireless Wide Area Network), redes WLL (Wireless Local Loop) e o novo conceito de Redes Pessoais Sem Fio ou WPAN (Wireless Personal Area Network).

2- Topologia
A topologia da rede é composta de várias formas, como por exemplo a Basic Service Set (BBS), que é uma célula de comunicação da rede sem fio, a Wireless LAN Stations (STA), que são os diversos clientes da rede, o Access Point (AP), que é o nó que coordena a comunicação entre as STAs dentro da BSS. Funciona como uma ponte de comunicação entre a rede sem fio e a rede convencional, Distribution System (DS) que corresponde ao backbone da WLAN, realizando a comunicação entre os APs e o Extended Service Set (ESS), que é um conjunto de células BSS cujos APs estão conectados a uma mesma rede convencional. Nestas condições uma STA pode se movimentar de uma célula BSS para outra permanecendo conectada à rede. Este processo é denominado de Roaming.
As Redes WLAN Podem ser configuradas como:
• Ad-hoc mode – Independent Basic Service Set (IBSS)
A comunicação entre as estações de trabalho é estabelecida diretamente, sem a necessidade de um AP e de uma rede física para conectar as estações.
• Infrastructure mode – Infrastructure Basic Service Set
A rede possui pontos de acessos (AP) fixos que conectam a rede sem fio à rede convencional e estabelecem a comunicação entre os diversos clientes.

3- Dispositivos

PC Card
Imagem
Usado somente em notebooks
Serve para conectar o notebook a rede wireless
Possui antena interna embutida

Placas PCI
Imagem
Usado somente em desktops
Serve para conectar o desktop a rede wireless
Possui antena externa acoplada a saída da placa

Adaptadores USB
Imagem
Pode ser usado em notebooks ou desktops
Serve para conectar o notebook ou desktop a rede wireless
Possui antena interna embutida

Pontos de Acesso
Imagem
Concentra todo o tráfego da rede wireless além das conexões oriundas dos clientes.
Possui um identificador que identifica a rede chamada SSID.
Interface entre a rede wireless e a rede cabeada por possuir porta UTP 10 ou 100mbps
Possui antena interna embutida
Suporta a conexão de antenas externas, na maioria dos casos

Pontes Wireless Workgroup
Imagem
Agrupa vários clientes LAN e transforma essa LAN em único cliente WLAN.
Recomendado em situações em que um pequeno grupo de usuários necessita de acesso à rede principal.
O número máximo de estações que pode ser conectado está compreendido entre 8 e 128, dependendo do fabricante.

Pontes Wireless
Imagem
Conecta duas ou mais redes
Compreende 4 modos de operação: Root, Non-Root, Access Point e Repeater.
Possui a capacidade de formação de backbone wireless através de dois PC Cards.

Gateways
Imagem
Conecta um pequeno número de dispositivos wireless a internet ou outra rede
Possui uma porta WAN e várias portas LAN. Geralmente tem um hub ou switch embutido e possui as funcionalidades de um Ponto de Acesso.

Antenas
Imagem
Podem ser conectadas a pontos de acesso ou a máquinas clientes para aumentar o ganho do sinal e assim melhorar a transmissão de dados.
Podem ser direcionais ou omni-direcionais.

E muitos outros dispositivos usam da conexão Wireless para transmitirem informações.

4- Segurança

Naturalmente redes wireless não são seguras em sua concepção inicial.
Precisa configurar níveis de segurança como por exemplo:
Autenticação, redirecionamento de portas, entrega de endereços na Rede (DHCP), roteamento e Firewall (depende do AP), etc.
Uma rede wireless sem controles é 100% aberta, qualquer pessoa e qualquer dispositivo se conectam e navegam por essa rede.
Há modos de se proteger com esse tipo de rede, como por exemplo seguir as etapas abaixo:
Controle o acesso dos clientes por MAC ADDRESS e tenha mais de segurança
Crie uma chave WEP (Ex: nome do seu cachorro).
Faça uma chave WPA
Faça uma autenticação usando Radius e PKI, autentique usuários e estações e atinja 99, 999% de Segurança

Netbook ou Notebook?

Agosto 30, 2009 por freitasinformatica

Netbook ou Notebook?

Com a chegada dos netbooks, aqueles “notebooks pequenininhos”, ao mercado os consumidores estão confusos. Eles são bonitinhos e leves, mas custam quase o mesmo preço de um notebook barato. Vale a pena pagar “mais” por “menos”? Ou é melhor investir em um portátil tradicional? Entenda as diferenças, e vá às compras tranquilo.

Com a queda nos preços, muita gente se prepara para comprar seu primeiro computador portátil ou pensa seriamente em substituir o antigo. Mas, dentre o mar de opções que já existia no mercado, agora há um novo dilema: qual portátil é o melhor, um notebook tradicional, com DVD e tela de 12 ou 14 polegadas, ou um dos novos netbooks, aqueles ultra-portáteis “pequenininhos” que estouraram neste ano com preços bastante convidativos?

A resposta é: depende de para quem você pergunta. Tem gente que acha os netbooks fracos demais se comparados aos portáteis “de verdade”. Outros querem distância dos notebooks pesadões. Mas, qual deles realmente é o melhor?

Tudo é relativo

O primeiro passo na escolha do portátil que você vai comprar é definir o orçamento. Existem bons notebooks no mercado por até R$ 2 mil. Já um netbook, que de longe mais parece um brinquedo de tão pequeno, não sai por menos de R$ 1 mil, mas os modelos mais avançados custam quase R$ 2 mil.

Se o preço é praticamente o mesmo, o que muda então entre os tipos de aparelho? Muda tudo.

O primeiro ponto a se levar em conta é o poder de processamento. Mesmo os notebooks mais modestos, equipados com processadores de entrada como o Intel Celeron ou o AMD Sempron, são bem mais “parrudos” que os netbooks.

O segundo, é o uso que você fará do equipamento. Um netbook se presta a navegar pela web, escrever textos, planilhas e preparar apresentações simples. Até dá para ouvir música em MP3 e assistir a alguns vídeos digitais, mas ele não tem fôlego para muito mais que isso.

Um notebook, por outro lado, é basicamente um computador comum espremido em uma “embalagem” menor. Se estiver equipado com um bom processador e uma quantidade adequada de memória RAM, ele faz praticamente tudo o que um PC de mesa faria, exceto jogos, que demandam recursos mais avançados.

NETBOOKS

A grande sacada dos netbooks é a portabilidade: Com aproximadamente 1 Kg, são aparelhos feitos para carregar dentro da mochila ou da bolsa como se fossem livros, até porque tem o mesmo tamanho de um livro médio. São tão pequenos que podem ser usados apoiados em uma mão, digitando com a outra. É algo importante a considerar se você planeja carregar o micro para onde for o dia inteiro, todo dia.

Os netbooks tem outra vantagem: muitos dos aparelhos vêm equipados com SSDs, uma espécie de “cartão de memória” (como os cartões SD) interno, que substitui o HD. Esse tipo de equipamento é mais leve, mais resistente a quedas e consome menos energia que um HD convencional, mas o “custo por gigabyte” é maior.

Por isso, pelo menos no Brasil, netbooks equipados com SSDs tem capacidade limitada a poucos gigabytes, algo entre 4 e 16 GB. Veja se os arquivos que você quer levar junto com a máquina cabem neste espaço.

Entretanto, alguns netbooks de gerações mais recentes trazem mini-HDs de boa capacidade, como 80 ou 120 GB, e são mais adequados para quem decidiu usar o pequeno computador como máquina principal, aposentando de vez a necessidade de um notebook e reduzindo muito – ou eliminando – a necessidade de um PC convencional.

Isto é, se você não fizer questão de acessar CDs ou DVDs, pois nenhum netbook tem leitor de disco óptico. Para ler ou gravar um disco, você vai precisar de um gravador externo USB. Se você precisa fazer isto com frequência, vá de notebook.

E, é importante não esquecer, os netbooks têm telas que vão de 7 a 9,8 polegadas, e teclados menores que os convencionais. Quem tem problemas para enxergar certamente não conseguirá usar de maneira satisfatória uma máquina dessas, mesmo que venha acompanhada de muitas vantagens. O mesmo pode ser dito de pessoas que tem mãos grandes, que vão demorar a (ou nunca vão conseguir) se acostumar com o teclado menor que o convencional.

NOTEBOOKS

Um bom notebook, com tela maior e peso considerável, já consegue dar conta do recado de praticamente qualquer tarefa que um PC de mesa tira de letra. Até algum tempo atrás, notebooks eram sinônimo de máquinas limitadas e fracas, mas hoje isso não é verdade.

Além de consumir menos energia para funcionar que um PC convencional, os notebooks têm a vantagem de serem portáteis, servir como poderosas máquinas de multimídia – alguns até rodam filmes em Blu-Ray – e, em alguns casos, substituir totalmente os PCs de mesa.

Como os preços dos notebooks básicos estão caindo a cada dia, mesmo com a crise internacional ameaçando catapultar os preços para cima, muita gente decidiu abandonar os desktops em prol dos portáteis. Com telas que vão das compactas 13 polegadas a mais de 20 polegadas, esse tipo de máquina é idel também para quem não quer destruir a decoração da casa com um PC desktop grandalhão, esteticamente incompatível.

Qual o melhor site pra baixar músicas grátis?

Agosto 30, 2009 por freitasinformatica

Qual o melhor site pra baixar musicas gratis?

www.4shared.com

Pen Drive FALSO

Agosto 22, 2009 por freitasinformatica

pen

Passeando pelo centro de São Paulo é fácil encontrar vendedores ambulantes vendendo PEN DRIVE de 16GB, 32GB e de até 64GB em torno de R$ 70,00. Sejamos realistas, está na cara que não passa de golpe.

O pen drive falsificado pode carregar uma programação em seu chip para que o sistema identifique a capacidade de armazenamento anunciada pelo produto. Desta forma, o dispositivo é capaz de simular  a gravação dos dados fazendo com que o usuário acredita estar gravando 8GB de dados quando, na realidade, comprou um pen drive de 1GB, por exemplo.

Maio 18, 2009 por freitasinformatica

freitas manutencao

[Humor] Como consertar um HD

Maio 12, 2009 por freitasinformatica

Formatação – entenda melhor

Maio 12, 2009 por freitasinformatica

Está pensando em formatar seu HD ?

Veja esse vídeo que explica melhor o que acontece de verdade:http://olhardigital.uol.com.br/central_de_videos/video_wide.php?id_conteudo=8119